Home Cérebro e mente No pior, no suicidio coletivo, seguimos de perto a Alemanha

No pior, no suicidio coletivo, seguimos de perto a Alemanha

por Joffre Justino

Uma coisa é a tendência para o desaparecimento, para o dormir para sempre, o deixar de ser ( como se fosse energeticamente possível), outra coisa é esta coletiva tendencia para o desaparecimento enquanto comunidade já que tal mostra uma comunidade bem frágil.

Pois se somos 10,2 milhões, a verdade é que  nos últimos 50 anos, a taxa de mortalidade infantil ficou uma das baixas da Europa, segundo o retrato estatístico de Portugal hoje divulgado pela Pordata.

Como de costume esta informação surge em seco e como se nada explicasse tal a não ser o acaso e a exigir que reflitemos sobre ela 

E nao é o acaso que leva os 10.283.822 de portugueses , com os que vivem com um risco de pobreza a serem 18,3%, 1,4 ^ acima da média da União Europeia, com somente 13,9% da população a ter menos de 15 anos (a média da UE é 15,6%), e com 21,3% a ter mais de 65, segundo o retrato divulgado no Dia Europeu das Estatísticas.

Portugal é pois um pais que se suicida e é o terceiro país da União em rácio de idosos para jovens: 153 idosos para cada 100 jovens, só superado por Itália e Alemanha e entre os 15 e 64, o país está em cheio na média europeia, com 64,4% das pessoas nessa faixa etária isto é o erro tende a crescer negativamente para um país que se diz catolico e que com cinco cardeais e se há países com mais cardeais do que Portugal,só Itália, o primeiro lugar da lista, tem mais cardeais por habitante: um para cada 1,4 milhões de italianos, mostrando que algo vai muito mal nesta comunidade que penaliza o aborto mas nao sabe criar condições para por termo a este suicidio coletivo em que aceleradamente vive Portugal.

Em média, cada mulher tem 1,38 filhos, abaixo dos 1,59 da média europeia, estando Portugal no 23.º lugar entre os 28 países membros da União Europeia com a idade média para ter filhos a ficar nos 31,2 anos e 54,9% dos nascimentos a acontecerem fora do casamento, bem acima dos 20% que se verificavam em 1993.

No entanto a taxa de mortalidade, que em 1960 se aproximava dos 90 por mil habitantes, está hoje em 2,7 por mil, abaixo da média europeia de 3,6% mostrando as virtualidades de um Serviço Nacional de Saude que os medicos opusdeistas querem que termine.

Em 2018, houve mais 25.980 mortes do que nascimentos em Portugal, traduzindo uma variação negativa de 1,6%, por oposição aos 2,1% positivos da média europeia.

Os portugueses são dos mais gregários entre os povos da União Europeia, com apenas 23% dos agregados familiares compostos por uma pessoa, o número mais baixo da UE, ‘ex aequo’ com a Croácia e a Eslováquia.

Na maior parte desses agregados (54%) vive uma pessoa com mais de 65 anos.

Portugal é o país europeu com maior percentagem de pessoas entre os 25 e os 64 anos sem o ensino secundário ou superior (50,2%), mais do dobro da média da UE, que se situa nos 21,9%.

A taxa de abandono escolar entre os 18 e 24 é a sétima mais alta da UE, chegando aos 11,8% em relação à média europeia de 10,6%.

No seu retrato, a Pordata destaca ainda que 55% dos doutoramentos pertencem a mulheres.

No que toca aos cuidados de saúde, os portugueses gastam 5,1% do rendimento das famílias, a sexta percentagem mais alta no contexto da União Europeia, onde a média é de 04%, segundo números de 2017.

Portugal é o terceiro país da União com mais médicos por 100 mil habitantes (497, face à média europeia de 360, mas está em vigésimo em relação ao número de camas disponíveis (339 por 100 mil habitantes, quando a média europeia é de 504.

Portugal está em sexto lugar no rácio de polícias por habitante (450 agentes por 100 mil habitantes, mas apenas 7,8% do contingente são mulheres, a percentagem mais baixa em 23 países da UE para os quais há dados disponíveis.

Em média, cada mulher tem 1,38 filhos, abaixo dos 1,59 da média europeia, com Portugal no 23.º lugar entre os 28 países membros da União Europeia.

A idade média para ter filhos situa-se nos 31,2 anos e 54,9% dos nascimentos verificam-se fora do casamento, bem acima dos 20% que se verificavam em 1993.

A taxa de mortalidade, que em 1960 se aproximava dos 90 por mil habitantes, está hoje em 2,7 por mil, abaixo da média europeia de 3,6%.

Em 2018, houve mais 25.980 mortes do que nascimentos em Portugal, traduzindo uma variação negativa de 1,6%, por oposição aos 2,1% positivos da média europeia.

Os portugueses são contraditoriamente à tendência suicidária um dos mais gregários entre os povos da União Europeia, com apenas 23% dos agregados familiares compostos por uma pessoa, o número mais baixo da UE, ‘ex aequo’ com a Croácia e a Eslováquia gregarismo que pode ajudar a explicar um pouco a não visão liberal egoísta  e sim a liberal comunitária lusa 

A baixa auto-estima nascida de um fim do Imperio visivel desde a necessidade de haver uma guerra colonial em 3 frentes militares para o desesperadamente manter, o sentimento de derrota de tal nascido e ainda hoje escondido nas noites de pesadelo e mal dormir de centenas de milhar de jovens, o fazer por esquecer os que combateram contra essa guerra e o seu regime recusando-lhes qualquer valor, os muito baixos rendimentos face a uma Europa descoberta à força da fuga à guerra, a necessidade / desejo de alimentar um status quo social só possível reduzindo a família ao mínimo a descoberta dos meios contraceptivos feita sem qualquer educação sexual comunitária o sentimento de pecado vivido em tudo isto face a uma igreja sadicamente castigadora serão além de outros certamente boas razões para perceber porque nos suicidamos comunitariamente 

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