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Entre camiões com quase 113 toneladas a circular ilegalmente e uma economia paralela que poderá representar até um terço do PIB, a pergunta impõe-se: será a baixa produtividade um problema real ou a consequência de um país onde demasiada riqueza circula à margem do Estado, dos impostos e do desenvolvimento social?
Austrália obriga investidores ligados à China a vender participações em empresa estratégica de terras raras, em nome do “interesse nacional”. Afinal, o mercado livre tem fronteiras quando estão em causa recursos críticos e soberania económica.
Parque temático português em Albufeira reforça estatuto internacional após destaque na imprensa espanhola, unindo entretenimento, educação ambiental e experiências únicas para todas as idades.
"No caso de a AD se associar ao Chega para uma aprovação na generalidade, o PS não se eximirá a apresentar as propostas de alteração com os mesmos propósitos com que a UGT obstou no processo até agora decorrido em sede de Concertação Social", referiu a mesma fonte à Lusa.
Enquanto Portugal trabalha mais horas do que a média europeia e continua com salários 38% abaixo da UE, o debate sobre produtividade ignora fatores estruturais, a economia paralela e o impacto real das políticas laborais propostas pelo Governo.
Da defesa implícita da informalidade às contradições históricas da esquerda e da direita, um retrato incómodo de um país onde até 35% da economia escapa ao radar oficial e milhões sobrevivem com salários de subsistência.
Consta por aí que o antigo primeiro-ministro Passos Coelho tem um rendimento mensal líquido de cerca de 2 mil euros, com uma taxa de imposto de 42% e 11% que paga à Segurança Social.