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Madrugada de 27 de junho, 4h da manhã. Insônia. Tiro o celular da tomada. Mensagem de Alexei. Porra, a essas horas? Será que ele está num botequim da Lapa e se lembrou de mim?
Num poema escrito em 2010, J. Luciano K. Ventura transforma decisões, dores e reflexões em matéria de identidade, aprendizagem e força interior, revelando a voz de alguém que assume o preço e a beleza de existir de forma incomum.
Erguida no século XIII e situada na antiga Rua de Baixo, a Torre do Barredo preserva a memória de uma Ribeira mercantil e populosa, anterior ao Porto de Leixões, recordando uma época em que o Douro era a principal porta de entrada e saída da riqueza do Norte de Portugal.
Uma reflexão poética sobre o amor, a beleza, a admiração e a eterna busca pela essência humana, onde a vida se revela como a maior criação do universo e cada coração se transforma numa tela infinita de sonhos e descobertas.
Entre os Casamentos de Santo António, os arraiais populares, o turismo e o Mundial de Futebol, o Terrapleno de Santos transforma-se num novo palco da Lisboa popular — mas também obriga a pensar como a cidade acolhe, celebra e preserva a sua identidade.