Damos valor à sua privacidade
Nós e os nossos parceiros armazenamos e acedemos a informações não confidenciais do seu dispositivo, como cookies ou um identificador de dispositivo único, e processamos dados pessoais, como endereços IP e identificadores de cookies, para fins de processamento de dados, como a apresentação de anúncios personalizados, medição das preferências dos nossos visitantes, entre outros. Pode alterar as suas preferências em qualquer altura na nossa Política de Privacidade e na nossa Política de Cookies neste Website. Alguns parceiros não solicitam a sua autorização para processar os seus dados e baseiam-se nos respetivos interesses comerciais legítimos.
Concordo
Iniciar Sessão
Esqueceu a palavra passe?
Entrar
Ainda não tem registo? Registe-se grátis
Reset Password
Fazer reset
Reset Password
Foi-lhe enviado um email com a nova password
Ok
Registo
Registar
Estrategizando
Notíciais, Reflexão e Ação
Assinar
Login
12 de Outubro, 2026
Opinião
As “cunhas” da Bíblia e a moral seletiva de J. M. Tavares
Da cura pedida pelo centurião à conversão de Cornélio, a própria Bíblia mostra como a intercessão de alguém com influência pode servir para ajudar quem precisa. Nem toda a “cunha” é favor indevido: há uma diferença entre usar relações para obter privilégios e mobilizá-las para proteger, apoiar ou abrir caminho a outros.
6 horas atrásJoffre Justino
O diabo não veste português. A incompetência veste fato de governo.
1 dia atrásAntonio Sendim
UE avisa que o acordo de gasóleo EUA/Russia dá "mais recursos para a guerra" e Trump quer correr com Zelensky!
1 dia atrásJoffre Justino
Últimas
Opinião
Ah, o capitalismo de Estado... quando os liberais também gostam do Estado a mandar
Do Novo Banco ao BCP, o Governo intervém para condicionar quem entra e quem sai da banca portuguesa, enquanto IL, CDS e PSD parecem conviver tranquilamente com um Estado que, afinal, continua a escolher setores estratégicos, proteger capitais nacionais e orientar o mercado. Entre capitalismo privatista e capitalismo de Estado, talvez a fronteira seja bem menos ideológica do que nos querem fazer acreditar.
2 dias atrásJoffre Justino
Opinião
Paris, Bastilha e juventude nas ruas: Stefanie Palma, que falta de juízo!
Os liceais recuaram perante a intervenção policial para um dos lugares mais carregados de memória revolucionária de França. Na Praça da Bastilha, símbolo secular de resistência ao poder e à repressão, a mobilização estudantil ganhou uma força histórica que expôs as dificuldades de Macron perante uma juventude determinada a fazer-se ouvir.
2 dias atrásEditor
Opinião
CDS, Chibanga e o populismo de memória curta
Paulo Núncio atacou Mário Centeno pelas pensões e recorreu ao nome do histórico toureiro moçambicano numa tirada que abriu uma polémica sobre linguagem racializada, cidadania e memória política. Pelo meio, ficam esquecidas as reformas de Cavaco Silva e as contradições de um CDS que tenta disputar o terreno do Chega enquanto integra o próprio Governo.
2 dias atrásJoffre Justino
Opinião
A estabilidade de quê, senhor Presidente?
A crítica de Rui Rio ao estado do país reforça uma pergunta incómoda: até quando pode a estabilidade política justificar a continuidade de um Governo que o autor considera incapaz de responder aos problemas dos portugueses?
4 dias atrásJoffre Justino
Opinião
Se os Conservadores Europeus querem proibir a Aliança de Esquerda Europeia que se proíba o Parlamento Europeu ?
O grupo político dos Reformistas e Conservadores Europeus está a recolher assinaturas para pedir a proibição da Aliança de Esquerda Europeia, que inclui o português BE, acusando-a de estar a "promover violência política" através do movimento estudantil em França.
4 dias atrásJoffre Justino
Opinião
João Miguel Tavares: o cisco no olho alheio e a exigência cristã de olhar para si
A crítica a Lacerda Sales merece escrutínio, mas também memória sobre a sua responsabilidade durante a pandemia. O Evangelho de Mateus deixa uma pergunta incómoda: com que medida julgamos os outros e nos absolvemos a nós próprios?
6 dias atrásJoffre Justino
Opinião
Seguro pede entendimentos, mas a estabilidade não pode dispensar o escrutínio
O apelo à aproximação entre Governo e PS para viabilizar o OE2027 merece uma leitura crítica: os compromissos não apagam a memória das crises políticas nem substituem respostas aos problemas do país.
6 dias atrásJoffre Justino