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A dita ultra conservadora chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Kaja Kallas, veio declarar hoje, 10.10, que o acordo de fornecimento de gasóleo russo entre Estados Unidos e Rússia permite a Moscovo "mais recursos para a guerra" na Ucrânia
Paulo Núncio atacou Mário Centeno pelas pensões e recorreu ao nome do histórico toureiro moçambicano numa tirada que abriu uma polémica sobre linguagem racializada, cidadania e memória política. Pelo meio, ficam esquecidas as reformas de Cavaco Silva e as contradições de um CDS que tenta disputar o terreno do Chega enquanto integra o próprio Governo.
A crítica de Rui Rio ao estado do país reforça uma pergunta incómoda: até quando pode a estabilidade política justificar a continuidade de um Governo que o autor considera incapaz de responder aos problemas dos portugueses?
O grupo político dos Reformistas e Conservadores Europeus está a recolher assinaturas para pedir a proibição da Aliança de Esquerda Europeia, que inclui o português BE, acusando-a de estar a "promover violência política" através do movimento estudantil em França.
A crítica a Lacerda Sales merece escrutínio, mas também memória sobre a sua responsabilidade durante a pandemia. O Evangelho de Mateus deixa uma pergunta incómoda: com que medida julgamos os outros e nos absolvemos a nós próprios?
O apelo à aproximação entre Governo e PS para viabilizar o OE2027 merece uma leitura crítica: os compromissos não apagam a memória das crises políticas nem substituem respostas aos problemas do país.
Da caricatura política aos palcos e às redes sociais, o Brasil construiu uma tradição de humor que transforma o quotidiano em comédia e expõe as contradições do país.