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O Estado vai comprar o SIRESP

por Joffre Justino

Uma óbvia necessidade perante mais uma prova da incompetência dos privatistas ( os lusos pelo menos) em gerirem matérias que se relacionam com a Segurança das Pessoas e dos seus Bens, levou o Estado portugues a comprar por sete milhões de euros a parte dos operadores privados, Altice e Motorola, no Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança, SIRESP, de má memória face aos incêndios florestais conforme anuncio do Governo na quinta-feira dia 13.

O decreto-lei aprovado em Conselho de Ministros “transfere integralmente para a esfera pública” as funções relacionadas com a gestão, operação, manutenção, modernização e ampliação da rede SIRESP, e também a estrutura empresarial, sendo a transferência feita a 01 de dezembro de 2019 com o Estado a pagar sete milhões de euros, correspondentes a 33.500 ações, afirmou, no final da reunião, o secretário de Estado do Tesouro, Álvaro Novo.

Na verdade o SIRESP é ainda detido em 52,1% pela PT Móveis (Altice Portugal) em 14,9% pela Motorola Solutions, e só 33% a serem da Parvalorem/Estado.

Claro que mesmo em Abidjan e apesar de, com tanto tema a tratar numa dilacerada África onde o  PR MRSousa “incentivado” sobre a questão ( imagine-se a ligação Abidjan/incêndios florestais em Portugal, pôde intervir sobre  o decreto-lei do Governo sobre a compra do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) que já chegou a Belém e “está para promulgação nos próximos dias”.

Em decisão que só peca pelo atraso surge com um decreto-lei aprovado em Conselho de Ministros que  “transfere integralmente para a esfera pública” as funções relacionadas com a gestão, operação, manutenção, modernização e ampliação da rede SIRESP, e também a estrutura empresarial.

JJ

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