5 Dezembro, 2022

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No Brasil a luta fascista pelo golpe continua

Bolsonaro continua a questionar o resultado das urnas pra intoxicar os seus apoiadores fanáticos, para incitar à violência e aos atos golpistas e assim terá dd responsabilizado pelo caos que está criando no país.

A presidente do Partido dos Trabalhadores, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), repreendeu duramente Bolsonaro com o novo crime cometido por Jair Bolsonaro e pelo presidente de seu partido, Valdemar Costa Neto, que atentaram contra a democracia e entraram com uma ação para tentar questionar, sem qualquer prova, o resultado eleitoral de 2022.

Gleisi Hoffmann

Ação de Bolsonaro no TSE é chicana que tem de ser punida como litigância de má fé. Chega de catimba, de irresponsabilidade, de insultos às instituições e à democracia. A eleição foi decidida no voto e o Brasil precisa de paz para construir um futuro melhor

Segundo a Reuters e o 247 a coligação do presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou com uma queixa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo uma verificação extraordinária dos resultados da eleição de 2022, alegando que o suposto mau funcionamento de alguns modelos de urnas eletrônicas no segundo turno deram equivocadamente a vitória a Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em resposta imediata à petição fascio bolsonarista o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, determinou que a coligação do presidente faça um aditamento ao pedido inicial para que abranja também o resultado da primeira volta , relevando que as mesmas urnas eletrônicas foram usadas nas duas volta e se não o fizer em 24 horas, o pedido bolsonarista poderá ser arquivado.

A pronta reação de Moraes, que constrange os partidos aliados ao presidente ao questionar também os resultados das eleições do primeiro turno, e portanto, para o Legislativo, mostra que não deve ser fácil o caminho da representação da coligação de Bolsonaro no TSE, a quem cabe decidir se considera válido levar adiante ou não contestações de resultados eleitorais.

O atual presidente jamais reconheceu formalmente a derrota para Lula, embora tenha autorizado a transição de governo e escondido no Planalto, o mandatário assiste a protestos pequenos, mas resilientes, de apoiantes que pedem um golpe militar para impedir a posse de Lula em janeiro e podem se ver estimulados pelo questionamento formal no TSE.