Home Ambiente produção de gado bovino para uso da carne e o efeito estufa em Portugal

produção de gado bovino para uso da carne e o efeito estufa em Portugal

por Antonio Sousa

As  emissões de metano com origem animal, gado em geral para consumo da sua carne aumentaram 48% em Portugal entre 1990 e 2017, sendo dos gases mais nocivos para a atmosfera e para o aquecimento global, vindo das emissões de metano pela  fermentação produzida durante o processo digestivo dos animais.

E neste processo  o gado bovino lidera e é aliás o  único cujo aumento tem sido contínuo em quase três décadas: de 60,2 mil toneladas em 1990 para 89,3 mil toneladas em 2017, pois  o gabo bovino criado para leite, os porcos, as ovelhas e as cabras emitem cada vez menos metano para a atmosfera.

E segundo os  números da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) de 2015 para 2017 os resíduos (lixeiras e aterros) deixaram de ser a maior fonte de metano em Portugal, numa liderança que passou a estar do lado da agricultura – de 175 para 183 mil toneladas por ano, isto é 42,6% do metano emitido por Portugal vem da agricultura.

O metano é um dos quatro gases gerador de  efeito de estufa  e com  um potencial poluente 25 vezes superior ao dióxido de carbono.

Na divisão por regiões, a agricultura e a pecuária do Alentejo lidera as emissões de metano, seguido do Norte, Centro e Açores, a região autónoma conhecida pelas suas vacas leiteiras.

Do lado da agricultura as emissões estão a crescer por causa da pecuária e sobretudo do gado bovino.

E assim o metano com origem na pecuáriarepresenta, a 2017, cerca de 5,2% das emissões de gases com efeito de estufa em Portugal, se não contarmos com os incêndios florestais, com destaque para as vacas que têm por destino o consumo de carne e que representam 3,2%.

Há pois que questionar a sustentabilidade da pecuária, tal uqal se processa  emPortugal por  estar a consumir demasiados recursos ao ambiente, numa produção demasiado intensiva que tudo indica terá aumentado muito nas últimas décadas. 

uso da carne e o efeito estufa em Portugal

As  emissões de metano com origem animal, gado em geral para consumo da sua carne aumentaram 48% em Portugal entre 1990 e 2017, sendo dos gases mais nocivos para a atmosfera e para o aquecimento global, vindo das emissões de metano pela  fermentação produzida durante o processo digestivo dos animais.

E neste processo  o gado bovino lidera e é aliás o  único cujo aumento tem sido contínuo em quase três décadas: de 60,2 mil toneladas em 1990 para 89,3 mil toneladas em 2017, pois  o gabo bovino criado para leite, os porcos, as ovelhas e as cabras emitem cada vez menos metano para a atmosfera.

E segundo os  números da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) de 2015 para 2017 os resíduos (lixeiras e aterros) deixaram de ser a maior fonte de metano em Portugal, numa liderança que passou a estar do lado da agricultura – de 175 para 183 mil toneladas por ano, isto é 42,6% do metano emitido por Portugal vem da agricultura.

O metano é um dos quatro gases gerador de  efeito de estufa  e com  um potencial poluente 25 vezes superior ao dióxido de carbono.

Na divisão por regiões, a agricultura e a pecuária do Alentejo lidera as emissões de metano, seguido do Norte, Centro e Açores, a região autónoma conhecida pelas suas vacas leiteiras.

Do lado da agricultura as emissões estão a crescer por causa da pecuária e sobretudo do gado bovino.

E assim o metano com origem na pecuáriarepresenta, a 2017, cerca de 5,2% das emissões de gases com efeito de estufa em Portugal, se não contarmos com os incêndios florestais, com destaque para as vacas que têm por destino o consumo de carne e que representam 3,2%.

Há pois que questionar a sustentabilidade da pecuária, tal uqal se processa  emPortugal por  estar a consumir demasiados recursos ao ambiente, numa produção demasiado intensiva que tudo indica terá aumentado muito nas últimas décadas. 

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