Home Economia Contrato com a CP – venham os investimentos na Ferrovia!

Contrato com a CP – venham os investimentos na Ferrovia!

por Nardia M

Na Estação do Rossio, em Lisboa, membros do Governo e administradores da CP assinaram um contrato de serviço público, como o primeiro-ministro, o ministro das Finanças e o ministro das Infraestruturas na cerimónia que selou o contrato entre o Estado e a CP – Comboios de Portugal, com os governantes a afirmarem com mais de 30 anos de cavaquistanês  atraso que a ferrovia é uma prioridades do Governo PS 

Para António Costa este investimento na ferrovia será o impulso para o desenvolvimento de uma base industrial ferroviária, mais precisamente na manutenção e na produção de material circulante, para o país mas também para exportar algo destruído por Cavaco Silva enquanto que Antonio Costa afirmou “A CP pode ser um fortíssimo motor para a criação de uma nova área de competência industrial em Portugal, designadamente na área da manutenção e de novo na produção de material circulante. Esta é uma enorme oportunidade que temos. Não é garantido que a possamos alcançar, mas a vida já nos ensinou que quem não tenta não alcança … Portugal não pode deixar de tentar alcançar o objetivo de criar uma base industrial na indústria ferroviária, servindo a CP, mas também com o objetivo de constituir uma nova porta de exportação para a economia portuguesa”, defendeu o primeiro ministro.

O Estado com este programa  “admite obrigações pesadas” e Antonio Costa reforça que “já para o ano 90 milhões de euros” sendo que esta aposta na ferrovia é também uma “contribuição para a descarbonização, para a qualidade de vida dos portugueses, para a maior coesão territorial e uma economia mais positiva”.

Depois de décadas de olhos postos na rodovia, como recorda o chefe do Executivo, está agora em andamento o “maior programa de investimento na ferrovia”.

A “qualidade do serviço” foi enaltecida nos vários discursos, com Costa a apontar este facto como fundamental para as pessoas poderem “confiar na CP” e verem o “transporte público ferroviário como uma alternativa”.

Em sintonia com António Costa e segundo a Lusa está o ministro das Infraestruturas, pois, “Estamos a fazer um esforço sem precedentes, mas que demora tempo”, atirou Pedro Nuno Santos, que recordou as palavras do primeiro-ministro no debate quinzenal, afirmando que “não há comboios em stand, nem sequer em stock”.

Com a linha de comboio como pano de fundo, o ministro recordou que há três pontos fundamentais: a regularidade, a pontualidade e a higiene. Como tal, o objetivo está traçado e é só seguir a linha: “Ter comboios mais limpos, que apareçam horas e que cumpram os horários” e acentuou Pedro Nuno dos Santos “Atingiu-se, diz, uma “relação de maturidade”, e “é assim que o Estado e as empresas se devem relacionar”.

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