Home Cultura Educação sexual em Portugal nas escolas é igual dizer quase não existe mas a lei tem uma década

Educação sexual em Portugal nas escolas é igual dizer quase não existe mas a lei tem uma década

por Joffre Justino

Imaginem que as escolas deveriam dedicar uma brutalidade de horas entre 6 a 12 horas por ano à Educação Sexual, imaginem o escândalo! 

Claro que é uma lei do tempo de Socrates ( por isso ele foi e é ainda trucidado) e claro que esta maldade não é para ser aplicada e por isso boa parte das escolas não cumpre  a lei de 2009 que define como deve ser dada a educação sexual no ensino obrigatório, do 1.º ao 12.º ano de escolaridade. 

Enfim em Portugal a OpusDei manda a elite obedece para que se lhe perdoem os pecados outros, os da exploração desenfreada lusa!

E por isso  claro que a conclusão de não aplicação da lei está patente num relatorio do Ministério da Educação, provavelmente para ser esquecido durante mais uns bons dez anos! 

Segundo o qye a  TSF relata o estudo baseou-se num questionário  respondido por 633 escolas ou agrupamentos de escolas, 95% do total existente no país.

E claro que nada como boicotar precisamente a Educação Sexual onde ela é premente o ensino secundário dada as idades envolvidas, e nele apenas 36% das escolas e agrupamentos de escolas dedicam as 12 horas de carga horária prevista, por ano, ao chamado Projeto de Educação Sexual na Turma, ( um escândalo de horas né? Por dia somando as tv’s o “desporto” de sofá tem bem mais horas) e num terço das escolas esse projeto simplesmente não existe como deve ser diria o Bolsonaro que como um tal padre Portocarrera escreveu se ate Afonso Henriques fez filhos para quê Educação Sexual!

… que isso das Doenças Sexualmente Transmissiveis é só prova que sexo é pecado, tal qual a maçã de Eva ( e Jesus nao veio à Terra para eliminar esse dito pecado original nao senhor! Nem isso !) 

Felizmente no 3.º ciclo do ensino básico, há um bocadinho mais dd bom senso e com esse brutal limite mínimo de 12 horas, a percentagem de escolas cumpridoras ja sobe para 57%!

(Boa! Aproveitem a distração opusdeista!)

O 1.º ciclo, com um espantoso limite de 6 horas ano ( ano? Sim ano!) , o cumprimento da legislação atinge o escândalo de  68%, de cumprimento havendo a um máximo de 74% no 2.º ciclo ( vá-se lá entender porquê, mas que Vivam as Corajosas Mestras!) 

Imagine-se que a razão deste incumprimento ou nao tem resposta ou 12%, apontam para as horas que têm disponíveis e a extensão do currículo que não deixa tempo para este tipo de temas claro ( que conflitua com a educação que os opusdeistas cobauderam “religiosa” e essencial! 

A lei prevê que as escolas devem disponibilizar aos alunos um gabinete de informação e apoio para a educação para a saúde e educação sexual, mas está quieto oh mau pois apenas 72% do terço o têm, com 23% do terço a confirmarem que ainda não o criaram e se la forem encontram as 4 paredes e uma secretaria vazia …!… claro por falta de recursos humanos (63 casos), falta de crédito de horas (52) e falta de espaço físico adequado (49) … 

Para as eststisticas da UE ( que chata a UE) 94% das escolas têm designado um professor coordenador da educação para a saúde e educação sexual e 83% já criaram uma equipa multidisciplinar para esta área que isto das ewuipas é muito moderno e aceite até na opusdei! 

E querem saber mais? As escolas podem até apresentar candidaturas ao selo de escola saudável “cujo financiamento pode contribuir para colmatar dificuldades financeiras identificadas”! 

Lindo!

E vejam abaixo o que a regulamentação define naquele lindo burocratês para UE ler sobre o tema! 

Afetos e Educação para a Sexualidade

  • A informação sobre sexualidade é essencial na educação para a saúde. Assim, com vista a uma vida saudável em sociedade, os jovens devem adquirir conhecimentos e desenvolver atitudes e comportamentos nesta área.

A educação sexual em meio escolar tem caráter obrigatório e destina-se a todos os alunos que frequentam estabelecimentos de ensino básico e secundário da rede pública e os estabelecimentos da rede privada e cooperativa com contratos de associação, do território nacional.

As Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST) podem trazer graves problemas de saúde e ainda aumentam a possibilidade de contrair o VIH. Por isso, a prevenção das IST é muito importante.

Entre as IST, o VIH/Sida é, dado o seu caráter pandémico, a que mais preocupação tem suscitado. A prevenção, sendo um fator determinante, é da maior importância no combate à infeção pelo VIH/sida.

Objetivos

  • Contribuir para a melhoria dos relacionamentos afetivo-sexuais entre os jovens;
  • Contribuir para a redução de possíveis ocorrências negativas decorrentes dos comportamentos sexuais, como gravidez precoce e infeções sexualmente transmissíveis (IST);
  • Contribuir para a tomada de decisões conscientes na área da educação para a saúde – educação sexual.

Legislação

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