Home Opinião Horários, o nada socialista nem socialdemocrata nem cristão social poder totalitário empresarial!

Horários, o nada socialista nem socialdemocrata nem cristão social poder totalitário empresarial!

por Joffre Justino

E quando falamos de mudanças no status quo organizacional Portugal mostra que nada aprendeu com o exponencial crescimento sustentado do Japão que de país destruído com a II guerra mundial desafia hoje quer os EUA quer a RPChina como desafiou a URSS não militarmente mas na concorrência nos mercados e na gestão tecnológica

E tudo porque assumiu uma gestão de equipas com impato na organização dos horários na gestão de matérias primas e equipamentos na gestão do knowhow organizacional e tudo porque dinamizou uma gestão participativa dos Recursos Humanos na organização entre trabalhadores e gestores 

E com tal passou de desastre económico a potencia económica em 30 anos num humilde mas profícuo modelo de gestão  onde o essencial nunca foi o Estado 

E claro falamos de um modelo capitalista de gestão gerido entre governações conservadoras e liberais nunca nada socialistas ou comunistas com uma essencial diferença que fez a mudança – atender ao papel central da Pessoa, do Trabalhador na organização entre é certo um paternalismo de seita que auxiliou também ao desenvolvimento do modelo!

Por cá um governo do PS em nada socialista quase nada socialdemocrata e pouco cristão social entrega ao patronato o poder da gestao dos Recursos Humanos mostrando que a Democracia nao chegou à economia bem pelo contrário a pouca havida tem desaparecido desde o passospórtimo até hoje. 

Razão tinha a equipa da FETESE, estrutura sindical liderada pelo socialista sindicalista Antonio Janeiro que mostrou sérias reservas ao modelo de Concertação Social desenhado pelos social liberais Agostinho Roseta e Torres Couto todos do PS e da UGT!

Esse modelo ainda manteve alguma visão sindical reformista com Torres Couto mas rápido descambou para o estrito lobismo onde os sindicatos da UGT viraram grupos de pressão direitistas no Estado e basicamente desapareceram no Privado levando a que exista uma saudade de Torres Couto face ao desastre posterior e um anular de Antonio Janeiro e da FETESE 

Hoje um governo socialista escreve que basta a audição prévia das comissões de trabalhadores ( quase inexistentes) e em falta dos sindicatos ( enfim..)dando 5 dias para a aplicação dos novos horários

O falso luso social cristianismo leva a que haja contento numa “salvo se tal alteração causar prejuízo sério ao trabalhador”  sem caraterizar nada nem solução possível para resolver um impasse deixando tudo na mão patronal! 

E assim o que era e é uma obrigatória solução sanitária mas podia ser uma solução para um mundo novo organizacional ( e portanto economico) vira um “viródiscoetocómesmo” já habitual numa economia com rei mas sem roque e nada Republicana ou Democrática ! 
O vicio do não diálogo a não ser entre elites que impedd por exemplo o que também defendemos – a redução do petíodo semanal de trabalho e uma gestão equilibrada do vai vem dos trabalhadores no circuito da atividade económica! … E assim nem a pandemia resolverá

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