Home Angola A IURD provoca “guerra” entre Angola e o Brasil

A IURD provoca “guerra” entre Angola e o Brasil

por Antonio Sousa

O conflito na verdade com até cenas de violência entre os pastores angolanos e os brasileiros da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) poderá levar ao colocar em risco as relações entre Angola e o Brasil!

Esta guerra aberta em volta da gestão dos muitos interesses de controlo dos fiéis até aos financeiros  na igreja de Edir Macedo fundada  no Rio de janeiro e que se espalhou sobretudo em toda a CPLP está em Angola no seu momento maior tendo começado em 2019.

No momento os representantes angolanos da IURD terão o controlo de mais de 40% dos templos, nesta fase de suspensão dos cultos religiosos em Luanda e no Cuanza Norte devido à covid-19 e do outro lado posivionam-se os representantes brasileiros da IURD, residentes em Angola entre acusações mútuas, via sobretudo a imprensa. 

Os angolanos acusam os brasileiros de desvio de dinheiro e também de comportamento racista. Os brasileiros, por sua vez, devolvem as acusações, acusando os angolanos de xenofobia e má fé mas sempre presente estão a gestão dos meios económico financeiros que a IURD já tem em Angola 

Mas este conflito já vai segundo alguns além do interior da igreja ainda que existam comentadores que a crise não coloca em causa as relações entre os dois países lusofonos Mas há quem recorde que a situação já ganhou “outros contornos”, envolvendo as chefias politicas dos dois Estados com ao que consta o fascista presidente do Brasil Bolsanaro a ter escrito uma carta ao PR João Lourenço, relevando a sua preocupação com diferendo entre membros da IURD, em Angola. 

O poder em Luanda já se mostrou preocupada e vai mesmo discutir a situação no Parlamento angolano nos próximos dias. 

Note-se que a maior igreja em Angola é a Igreja Católica, com cerca de 40 por cento de seguidores mas com os protestantes no conjunto a estarem com cerca de 39 por cento.

Enquanto que alguns propõem conversações entre os serviços diplomáticos dos dois países outros defendem a intervenção do Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos na crise. 

Mas releve-se tudo indica que a laicidade do Estado angolano não será posta em causa.

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