Home Globalização Entregar a Guiné Bissau à francofonia?

Entregar a Guiné Bissau à francofonia?

por Joffre Justino

Terá sido por incompetência como nos referiu fonte do Movimento CPLP com Cidadania que nos habituais cenários  negociais globais empurraram o secretário-geral das Nações Unidas, o portugues António Guterres, a anunciar hoje o nome da francófona  Rosine Sori-Coulibaly do Burquina Faso, como a sua nova representante especial para a Guiné-Bissau, ou terá havido o sistemático desinteresse da diplomacia portuguesa a ajudar a esta mais uma solução francófonia ? 

António Guterres, citado pela ONU News, diz que Sori-Coulibaly “traz para esta posição mais de 35 anos de experiência internacional e nacional no campo do desenvolvimento sustentável e humanitário, transição política, redução da pobreza, reformas fiscais e orçamentais, igualdade de género e empoderamento das mulheres”, o que não contestamos nem está em jogo neste jogo global onde a UE como dd costume não existe a não ser para apoiar a coligação germano francesa

E mais a francófona  Rosine Sori-Coulibaly vai acumular aquelas funções com o cargo de chefe do Escritório Integrado da ONU para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau, adianta o órgão de comunicação das Nações Unidas pondo definitivamente de lado a CPLP na crise guineense

Antes de trabalhar nas Nações Unidas, esteve no Ministério de Desenvolvimento Económico e Planeamento do seu país e participou em organizações da sociedade civil, em particular em associações ligadas às defesa dos direitos humanos e empoderamento das mulheres.

Enfim para isto para que serve o MNE? 

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