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Saudar a sinceridade ingénua da ministra da Cultura

por Joffre Justino

Na verdade para o jornal  i, o estar-se numa gigantesca Feira do Livro e acompanhar a divulgação de 40 autores de língua portuguesa como “António Lobo Antunes Mia Couto, Gonçalo M. Tavares” merece em 7 parágrafos, os últimos 3 e nunca o título da notícia …! 

“Nós por cá” na verdade todos bem sra ministra da Cultura e da Comunicação Social, até porque nos agrada de sobremaneira que se sinta feliz entre livros, autores, ambiente cultural e no meio da divulgação do essencial da sua cultura, a sua Língua e não só por ser ministra da Cultura e da comunicação social. 

Realmente e ao contrário dos restantes media, sabemos que no todo, representamos sem tv’s, nem 2% dos cidadãos portugueses e com as tv’s pouco mais de 20% pelo que não nos arrogamos no dever de sermos tratados ao nível de Camilo Castelo Branco ou mais recentemente de Lopito Feijó ou do velho Luís Pacheco etc

Aliás a ministra da Cultura ou qualquer ministro deve estar ao serviço dos media ou ao contrário, devem os media estar ao serviço dos leitores e por isso, antes do mais, da Cultura, em particular  de expressão portuguesa que ali em Guadalajara no México a ministra apoiava a promoção?

Essa é realmente a questão que humildemente colocamos aos colegas que calam o pimbalhismo dominante nas tv’s e se incomodam por em 4 dias e entre um ambiente cultural, a ministra da comunicação social se esquecer da maledicência típica da coscuvilhice feia por aqui dominante … 

O Camilo Castelo Branco e o Luís Pacheco que viveram entre jornais mereciam melhores herdeiros na verdade.

 

Foto de destaque: LUSA

 

Joffre Justino

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