Home Covid-19 O Estado de emergência prevê fixação de preços máximos com a Deco a elogiar as medidas tomadas

O Estado de emergência prevê fixação de preços máximos com a Deco a elogiar as medidas tomadas

por Joffre Justino

O principal objetivo proposto no novo decreto do estado de emergência é o combate à especulação.

Assim o decreto do novo estado de emergência prevê a fixação de preços máximos em produtos e serviços e na Deco Tito Rodrigues, da Deco elogia a medida lembrando que em março e abril passados houve casos de açambarcamento e de preços inflacionados.

À  TSF Tito Rodrigues dá o exemplo das comissões e taxas cobradas pelas plataformas de comida, em que “havia uma desproporção que lesava os agentes económicos e os consumidores, porque acabavam por ficar ou com menor poder de escolha ou a pagar um preço excessivo.”

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“Era necessário que as medidas para um novo confinamento geral tivessem esta atenção”

Tito Rodrigues revela ainda que, no ano passado, foram recebidas cerca de 150 queixas e reclamações sobre as taxas de entrega de garrafas de gás ao domicílio.

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“As entregas beneficiaram do facto dos consumidores não se poderem deslocar para procederem à troca das garrafas”

Tito Rodrigues não tem “dúvidas de que [os consumidores] ficarão mais protegidos”, com as novas regras.

A Deco está preocupada, além da defesa dos consumidores, com as situações de despejo de agentes económicos quando há confinamento e considera que todos os mecanismos de apoio às famílias e aos consumidores são positivos.

Tudo indica que entre as medidas que serão aprovadas esta quarta-feira pelo Governo, poderá estar o pagamento pelo Estado de 10% da fatura da eletricidade das famílias até ao fim do confinamento.

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