Home Política Antonio Costa garante que cumprirá “por inteiro” as suas obrigações durante a presidência da UE

Antonio Costa garante que cumprirá “por inteiro” as suas obrigações durante a presidência da UE

por LUSA Estrategizando

E acrescenta ainda que esta vai ser uma presidência “um bocado diferente” por acontecer durante uma pandemia.

Assim António Costa, afirmou esta quarta-feira que vai cumprir todas as suas obrigações no âmbito da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia, ainda que o ministro dos Negócios Estrangeiros assumirá um papel mais proeminente a nível externo.

“Obviamente eu cumprirei todas as minhas obrigações. O governo é uma equipa e todos os membros do governo vão cumprir por inteiro as suas obrigações internas e as suas obrigações enquanto presidência e eu não sou exceção”, disse o primeiro-ministro à Lusa.

Esta “divisão de tarefas” com o ministro dos Negócios Estrangeiros, 

tem a ver, segundo António Costa, com o “quadro bastante diferente” desta presidência, pois, “Uma presidência no meio de uma pandemia é um bocado diferente de uma presidência em circunstâncias normais, como vimos com a presidência croata, com a presidência alemã e como veremos ainda seguramente durante a nossa presidência”, declarou o primeiro-ministro .

Além do mais, disse, depois da aprovação do Tratado de Lisboa, há um presidente do Conselho, permanentemente, o belga Charles Michel, pelo que um “primeiro-ministro tem uma função mais aliviada”.

De acordo com o primeiro-ministro, passa-se o mesmo “com outros colegas do governo, que continuam a ter as funções de terem de presidir às suas próprias formações do Conselho” da União Europeia (UE).

“Mas temos a presidência muito bem planeada, já muito bem rodada, será a terceira presidência que o ministro Augusto Santos Silva vai fazer, a secretária de Estado de Assuntos Europeus já interveio em várias presidências, a nossa diplomacia é excelente e a nossa equipa da REPER em Bruxelas é ótima”, afirmoudizendo “Todos os membros do governo tiveram tempo suficiente para rodarem nos conselhos e, portanto, nenhum está na posição muito desagradável em que eu estive na presidência de 2000, em que tomei posse em finais de novembro e assumi uma presidência no mês a seguir”, acrescentou António Costa pelo que desta vez haverá todas as condições para a presidência correr “muito bem” e todas as prioridades estão “bem definidas”.

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