Home Opinião De novo a Stayaway Covid ou a crise “em que não há desculpas nem responsabilidades inventadas”…

De novo a Stayaway Covid ou a crise “em que não há desculpas nem responsabilidades inventadas”…

por Nardia M

Que a IL ( liberal no direito a explorar o Trabalho aos 800 euros mês de hoje …) tenha de defender este “direito à privacidade” contesta-se mas entende-se o seu “liberslismo” é o individualista o dane-se o outro ( mesmo quando se vai “à missinha dominical”) o nada a fazer com estas cabecitas tontas! 

O Covid-19 espalha-se por via do infetado no contato com o outro e mesmo involuntáriamente que está infetado está a pôr em causa a privacidade e a Liberdade de um numero sem controlo de Pessoas!

Por outro lado nao existe efetiva Liberdade se esta não é usufruída com Segurança e tal como as forças da ordem em Democracia existem para preservar a Liberdade em Segurança a Stayaway Covid tem a mesma função e se o seu uso é abusivamente aproveitada que se crie então o limite a esse aproveitamento!

Visto num contexto pseudo liberal isto é egoista e não solidário também os sindicatos e a sua Luta social e política têm uma função limitadora da egoísta   liberdade e da selvática privacidade organizacional e assumem o papel de defensores da Liberdade coletiva dos corpos sociais que cada sindicato representa 

Numa contagem aleatoria e sem significado cientifico mas observacional  em cada 10 pessoas nas ruas num total de 98,  6 usavam máscara!

O que significa que 4 não se importam de pôr em causa a saúde, a Liberdade, a privacidade dos outros ate porque 1 tinha a máscara no braço e acentue-se na rua mas em rua movimentada o que denota um apesar de tudo significativo desinteresse pelos direitos dos outros (10%)!

Como de costume quando o “ambiente aquece” o pré candidato MRSousa atira para o lado e informa que irá pedir esclarecimentos ao TC sobre app obrigatória para evitar “telenovelas””, ainda que, vá lá diga que o país não tem tempo para deixar que a discussão se arraste…

Haverá pois uma fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional (TC) ao projeto de lei que o Governo apresenta para tornar obrigatório o uso da aplicação StayAway Covid em contexto laboral ou equiparado, escolar e académico a possuidores de equipamentos que permitam a sua instalação.

Numa visita a um museu, Marcelo Rebelo de Sousa reconheceu a discussão pública que a obrigatoriedade do uso da StayAway Covid e das máscaras na rua tem levantado e, por isso, deixou a certeza de que vai ouvir quaisquer dúvidas levantadas pelos deputados.  

“Se houver dúvidas insuperáveis sobre um decreto que chegue às mãos do Presidente, o bom senso impõe que seja esclarecido”.

“Eu verifico que o próprio partido do Governo quer ouvir especialistas por causa das dúvidas”, assinala. “Entendo que mais vale esclarecer as dúvidas à partida do que muitas vezes, à portuguesa, termos um assunto, um romance, uma telenovela de dúvidas, num tema sério demais.”

Note-se que o artigo 4.º do projeto lei define que “é obrigatória, no contexto laboral ou equiparado, escolar e académico, a utilização da aplicação Stayaway Covid pelos possuidores de equipamento que a permita”, o que só um irresponsável não entende com este crescer da pandemia preferível ao encerramento da actividade económica ou da mesma determinadas localidades onde estarão claro a Grande Lisboa e o Grande Porto para nao referir o Norte! 

O projeto entregue pelo Governo na Assembleia da República segundo a Lusa prevê-se um regime de multas entre os 100 e os 500 euros para os casos de incumprimento da lei sendo que esta obrigatoriedade “abrange em especial os trabalhadores em funções públicas, funcionários e agentes da Administração Pública, incluindo o setor empresarial do Estado, regional e local, profissionais das Forças Armadas e de forças de segurança”.

Quanto ao uso de máscara nas ruas, o texto define que será obrigatório sempre “se mostre impraticável” manter a distância física entre pessoas.

São 3 as exceções para esta obrigação, no caso de “se tratar de pessoas com deficiência cognitiva, do desenvolvimento e perturbações psíquicas”, que devem ter um atestado médico de incapacidade multiusos ou declaração médica e haverá  exceção para pessoas com “condição clínica” que “não se coaduna com o uso de máscaras”, atestada através de declaração médica.

El Derecho de vivir en Paz

0 comentário
0

RECOMENDAMOS

Comente

* Ao utilizar este formulário, você concorda com o armazenamento e gestão de seus dados por este site.