Home Estados Unidos da América Os conflitos das petroliferas à custa de Estados religiosos! Agora bloqueia-se “ à medieval” uma cidade do Direito à Água? Shame on you!

Os conflitos das petroliferas à custa de Estados religiosos! Agora bloqueia-se “ à medieval” uma cidade do Direito à Água? Shame on you!

por Joffre Justino

Emirados Arabes Unidos 9 631 000 (Trump)

Arabia Saudita  33 700 000 (Trump /autónomo tribo saudi )

Argelia  42 230 000 ( autónomo)

Barhein 1 442 659 ( Trump / Arábia Saudita) 

Catar 1 903 447 ( Trump) 

Chipre 1 146 166 (UE) 

Egipto 92 798 900 ( Autónomo) 

Georgia 3 718 200 ( Autónomo) 

Iraque 38 146 025 ( Trump ) 

Irão 87 024 725 ( Autónomo) 

Israel 9 069 960 ( Trump) 

Jordania 9 833 636 ( Autónomo) 

Kuwait  4 348 395 (Trump) 

Libano 6 184 701 ( Arábia Saudita) 

Oman 4 424 762 ( Autónomo ) 

Yémen 27 584 213 ( Arabia Saudita) 

Siria 17 951 639 ( Russia ) 

Turquia 75 627 384 ( Autonomo ) 

Uma região altamente instável quão instáveis são os Estados religiosos e onde EUA e URSS “demarcavam quintas” e hoje Trump sonha dominar com esse hoje fascista Estado religioso de Israel a vender sistemas militares avançados e equipamentos para os Emirados Árabes Unidos há mais de oito anos, segundo o jornal Yedioth Ahronoth tudo se reforçando no contexto dos esforços que levaram a um acordo Israel-Emirados de campanha eleitoral trumpista.

Realce-se que uma reportagem do jornal israelita Marker indicou que a Logic Industries, afiliada ao empresário israelense Mati Kochavi da empresa de segurança israelense AGT International, com sede em Zurique, atua nos Emirados Árabes Unidos desde 2008 gerindo negócios de mais de sete bilhões de dólares, incluindo fornecimento de serviços de alta segurança, como câmeras de vigilância e sensores, aos Emirados Árabes Unidos.

Eis porque a 13 de agosto Donald Trump, impõe um acordo de paz entre os Emirados Árabes Unidos e Israel mediado por Washington.

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Mas as guerras regionais nao se quedam no histórico acima e um corte de água a Hasaka na Síria leva este país a acusar a Turquia acusando-a de praticar um «crime de guerra e contra a humanidade» continuando a islâmica Turquia a manter a operação militar no Norte da Síria em Outubro de 2019 que se tem mantido num relativo impasse 

Este corte de água potável a mais de um milhão de cidadãos sírios na cidade de Hasaka e arredores, “feito militar” medieval que tem sido silenciado media fora e feito pelas forças militares turcas de ocupação, mereceriam veemente condenação que dó não sucede pelas habituais petroliferas razões!

«A Turquia e as suas ferramentas, com o beneplácito da administração norte-americana e terroristas aliados, utilizaram a água como uma arma contra os civis sírios (mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência) para fins políticos desumanos», lê-se na nota divulgada pela agência SANA, em que se acrescenta: «Cortaram a água da estação de Allouk 16 vezes nos últimos dois meses.»

Uma vergonha estarmos envolvidos nestes medievais comportamentos com o governo de Damasco, as autoridades provinciais e organizações humanitárias sírias a  desenvolverem  mecanismos para fazer frente à situação e para garantir o abastecimento de água à maioria da população  o que, denuncia a nota, tem sido dificultado pela presença no terreno de forças de ocupação dos EUA e da Turquia.

O documento sublinha que as forças militares turcas e norte-americanas, os terroristas do Daesh e do Hayat Tahrir al-Sham, e os militantes das chamadas Forças Democráticas Sírias (na sua maioria curdas) continuam a minar a soberania e a independência da Síria, numa violação clara da Carta das Nações Unidas. «É tempo de a ocupação acabar», frisa o Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros.

A declaração apela aos organismos internacionais para que assumam as suas responsabilidades e honrem a Carta das Nações Unidas e o representante permanente da Síria junto das Nações Unidas, Bashar al-Jaafari, pediu ao secretário-geral do organismo, António Guterres, que interviesse de todos os modos possíveis com vista a pôr fim ao corte de água potável, por parte da Turquia, à população de Hasaka.

Eis o resultado de ver “o ocidente” envolvido com Estados religiosos fanáticos e exasperados por verem a sua influencia reduzirem-se com a perda de influência económica do assassino “ouro preto”, o petróleo ! 

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