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Greve no INATEL

por Joffre Justino

Com uma adesão de cerca de 80%  a greve convocada para hoje para o setor hoteleiro da Fundação INATEL segundo fonte sindical pouco mais funcionando “do que o atendimento” em especial nas unidades de Foz do Arelho (Caldas da Rainha), São Pedro do Sul e Piódão (Arganil) reforçou esta luta do Sindicato dos  Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro (STIHTRSC), disse António Baião, durante a concentração de cerca de 40 trabalhadores hoje de manhã, junto à delegação do INATEL em Coimbra.

Nas unidades de Manteigas e Santa Maria da Feira a adesao esteve na zona dos 50% e, no Luso, estará abaixo desse valor.

António Baião recordou o Acordo de Empresa em 2018, com uma ata de compromisso que levaria a negociação de melhorias salariais e a um horário de trabalho de 35 horas semanais mas o que acontece é que, diz o dirigente sindical, os trabalhadores da Fundação INATEL continuam a receber salários abaixo daquilo que é praticado neste setor.

A administração já “cedeu em duas questões”, como a aplicação do subsídio de turno e o pagamento de trabalho noturno, no entanto, falta a promessa de rever salários, de analisar as categorias profissionais e o horário de trabalho ainda não se concretizou.

É “justa a exigência de aumentos salariais para este ano, com efeitos a 01 de janeiro, a progressão das carreiras, os conteúdos funcionais e a aplicação das 35 horas semanais”, refere a moção aprovada hoje pelos trabalhadores concentrados em Coimbra.

A mesma moção mandata o STIHTRSC a agendar “novas formas de luta”, caso a Fundação INATEL continue sem dar resposta às reivindicações dos trabalhadores.

Joffre Justino

Imagem destaque: Lusa 

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