4 Dezembro, 2022

Estrategizando

Notícias, Reflexão e Ação.

E se em vez de esmolinhas entregassem o dinheiro da Venezuela aos Venezuelanos?

Um tal diretor-executivo do Programa Mundial de Alimentos, PMA, David Beasley esteve na Venezuela esta semana para com o presidente Nicolás Maduro garantir a expansão do trabalho no país, que deve chegar a 1 milhão de crianças em 2023, seguindo assim a linha esmoler da ONU…

O sr Beasley afirmou ainda num britânico desplante que é possível fazer ainda mais pelos venezuelanos porque a agência deve ampliar a cobertura do programa de merenda escolar no país e incluir o trabalho de desenvolvimento e resiliência e para tal o PMA precisa de US$ 190 milhões para atingir pelo menos 1 milhão de venezuelanos no próximo ano enfim assim refere esta caritativa ONU…

Ora segundo noticia de 2020 existiam trinta e uma toneladas de ouro em disputa entre no Banco Central da Venezuela (BCV) e o Banco da Inglaterra, o banco central britânico.

Na verdade os lingotes de ouro, com valor equivalente a US$ 1 bilhão, estão nos cofres da instituição britânica e pertencem à Venezuela, que agora quer vendê-los e usar os fundos na altura para combater a pandemia do coronavírus, segundo o governo do presidente Nicolás Maduro.

Nesse 2020, o Banco da Inglaterra negou o pedido venezuelano porque a atual administração do BCV responde ao governo de Maduro, e a instituição britânica expressa dúvidas sobre a autoridade desta diretoria, argumentando que o Reino Unido reconhece como presidente legítimo o líder opositor Joan Guaidó.

Vamos então para uma notícias de 2022 pela qual ficamos a saber que o Supremo Tribunal de Londres rejeitou os mais recentes esforços do presidente Nicolás Maduro para obter o controle de mais de US$ 1 bilhão das reservas de ouro da Venezuela armazenadas nos cofres subterrâneos do Banco da Inglaterra.

Segundo o tribunal, é necessário não atender às decisões da Suprema Corte venezuelana, apoiada por Maduro, destinadas a reduzir a opinião do líder da oposição Juan Guaidó sobre o ouro.
(Veja, Brasil )

Curiosamente Biden vive o drama imposto pela Opep+, que integra membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e outros países com grande produção, que anunciou que reduzirá a produção em 2 milhões de barris por dia a partir de novembro o que representa cerca de 2% do consumo mundial.

Vai daí Biden caminha para a ideia de assumir que a Venezuela é democrata o suficiente para lhe comprar petróleo ficando ainda por saber se já é democrata o suficiente para que lhe seja entregue o que é dela – 31 toneladas de ouro!