Nós e os nossos parceiros armazenamos e acedemos a informações não confidenciais do seu dispositivo, como cookies ou um identificador de dispositivo único, e processamos dados pessoais, como endereços IP e identificadores de cookies, para fins de processamento de dados, como a apresentação de anúncios personalizados, medição das preferências dos nossos visitantes, entre outros. Pode alterar as suas preferências em qualquer altura na nossa Política de Privacidade e na nossa Política de Cookies neste Website. Alguns parceiros não solicitam a sua autorização para processar os seus dados e baseiam-se nos respetivos interesses comerciais legítimos.
E nao pára de nos surprrender a cheganice direta ou colada como vemos agora no Porto!
E vao sim cinco (5!) que, eleitos pelo Chega, no Porto, se baldam das listas da autarquia pedindo para passar a independentes na última semana.
"Em causa estão factos relacionados com a tramitação de um contrato de concessão, por 40 anos, respeitante à utilização privativa de uma área do domínio público marítimo", explica a PJ
O lider do PS Porto Manuel Pizarro (PS), criticou bem suavemente ontem quarta-feira, 05.11, a “posição errada” tomada pelo seu número quatro, Jorge Sobrado.
Depois de não ter conseguido maioria absoluta nas eleições de outubro, conquistando seis de 13 mandatos, Pedro Duarte (PDS/CDS-PP/IL) “comprou” feito “guerra de clubes de futebol”, um tal Jorge Sobrado que tomou a posiçao de pelouro da Cultura largando a lista do PS e “fingindo-se” vereador independente
A CDU Lisboa decidiu recorrer para o Tribunal Constitucional no caso do apuramento dos votos em Lisboa dadas "divergências entre a ata e o edital numa mesa de voto".
O vereador do PS Pedro Anastácio critica a “cultura de irresponsabilidade” por parte da liderança PSD/CDS-PP na Câmara de Lisboa e pediu esta quarta-feira. 22.10, a demissão do vice-presidente da autarquia, Filipe Anacoreta Correia (CDS-PP), como assunção da responsabilidade política quanto à tragédia do elevador da Glória, considerando insuficiente a renúncia da administração da Carris.
A CDU Lisboa neste ambiente de se perder por 3 votos com variadas incertezas vai recorrer para o Tribunal Constitucional quanto so apuramento dos votos na capital dadas "divergências entre a ata e o edital numa mesa de voto".
Divisões internas e 25 listas separadas fragilizaram a Esquerda, permitindo à Direita vencer em número de votos nacionais, impulsionada pelo fenómeno Chega e pela fragmentação do campo progressista.