O balanço oficial, atualizado em 8 de julho, registra 3.811 mortes e 16.740 feridos, ( portugueses sao 110 e há 55 desaparecidos entre portugueses e luso descendentes sem que em Portugal se lembre que a Venezuela está politicamente empobrecida pelas sançoes e pelo roubo do ouro).
Ha tambem 856 edifícios afetados, dos quais 190 desabaram completamente, e 17.907 pessoas desabrigadas. Desde o terremoto principal, foram registrados 1.076 tremores secundários, um fenomeno que prolongou os esforços de busca e manteve as condições perigosas nas áreas afetadas por dias.
Nesse contexto, a resposta implementada pelo Estado e pelas organizações comunitárias realçou, o papel do poder popular, construído ao longo de mais de duas décadas da Revolução Bolivariana.
Essa estrutura territorial tornou-se um componente fundamental para enfrentar a emergência e apoiar a recuperação das áreas afetadas.
No entanto, algus pseudo aristocratas financeiros e pelos media internacionais trabalham incansavelmente para amplificar a mensagem que sustenta a hipótese de um Estado falido e dependente.
Já a Revolução Humanitária vivida não será transmitida e está a ser aceleradamente findada no plano da solidariedade internacional!
A saida da missão portuguesa passará por tal?
Na verdade em poucos doze dias regressou sexta-feira, 10,07, a Portugal a missão portuguesa, (62 elementos) que participou nas operações de resgate em La Guaira, depois dos sismos na Venezuela.
Segundo um relatório de uma denominada Missão da Verdade, após o duplo terremoto, o destacamento inicial do Estado envolveu 4.000 funcionários nas primeiras 24 horas, subiu para 11.000 em 48 horas e já ultrapassou os 29.000 militares e civis, concentrados principalmente no estado de La Guaira.
Uma hora e meia após o desastre, o Estado-Maior Geral de Emergência foi acionado. Este estado maior centralizou a tomada de decisões, permitindo que os volumosos recursos das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (aeronaves, helicópteros, veículos de transporte e cozinhas de campanha) fossem imediatamente disponibilizados aos serviços civis de Defesa Civil e Bombeiros.
A partir de 25 de junho, foram instalados 80 acampamentos temporários, que abrigam 17.642 deslocados, oferecendo-lhes alimentação, camas e apoio psicológico.
Noventa por cento do sistema elétrico e da rede de distribuição de água potável nas áreas afetadas foram restabelecidos, complementados pela distribuição de mais de 5 milhões de litros de água por meio de caminhões-pipa.
Ao destacamento de pessoal da Defesa Civil, das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas, das agências de segurança e dos serviços de emergência juntou-se o contingente de vinte e oito mil trezentos e sessenta e dois voluntários e quatro mil trezentos e oitenta e oito socorristas internacionais que participaram nos esforços de busca, salvamento e assistência às comunidades afetadas.
E por tal até 7 de julho, 6.462 pessoas haviam sido resgatadas e 86.794 famílias receberam assistência direta.
As autoridades também relataram a distribuição de 9.603 toneladas de alimentos e 8.322.853 litros de água potável, além do atendimento médico a 25.970 pacientes.
Comunas, conselhos comunais, Comitês Locais de Abastecimento e Produção (CLAP), movimentos sociais, brigadas territoriais e organizações comunitárias participaram desde as primeiras horas da manhã na evacuação de famílias, instalação de abrigos, distribuição de alimentos e água, identificação de pessoas desaparecidas e apoio médico e psicológico nas comunidades afetadas.
Essa rede de organização territorial complementou a ação estatal e prestou assistência contínua em bairros e cidades onde os danos à infraestrutura dificultavam o acesso das equipes de emergência.
A sua capacidade de resposta não surgiu como uma reação improvisada, mas sim como resultado de um processo contínuo de participação comunitária, planeamento territorial e desenvolvimento de mecanismos de democracia participativa.
A ver o como sobreviveremos perante um drama à 1755 sem qualquer organização de suporte!