Esta é a lamentável realidade global que no luso parlamento se quer escamotear

Assim o Parlamento analisará e decidirá hoje 24.09, uns 14 projetos de vários partidos para aliviar o aumento do custo de vida, entre as quais a descida do IVA dos combustíveis e dos alimentos, com o Governo a avisar para o impacto nas contas públicas.

No entanto nao se coibiu de em Conselho de Ministros autorizar a realização de despesas até cerca de 130,4 milhões de euros para apoio à Ucrânia este ano…

Alem da  cheganice ter agendado um debate protestativo para debater e decidir sobre os seus projetos de lei para a descida do IVA dos combustíveis e a isenção deste imposto para o cabaz alimentar, serão ainda  debatidos quatro projetos de lei apresentados por Livre, PCP e BE, e sete de resolução (recomendações ao Governo, sem força de lei), do PS, IL, Livre, BE, JPP e PAN, além de dois projetos pela eliminação das portagens nas pontes 25 de Abril e Vasco da Gama.

Lamentavelmente estas  iniciativas do cheganas que apesar de populistas têm fundamento deverão ser rejeitadas pelo PS, o  PSD e o CDS-PP.

O ministro das Finanças alertou que a aprovação destas medidas poderia levar o país a uma situação de défice orçamental… ja os 130 milhoes para a Ucrania nao…

As propostas  partidariss para mitigar o aumento do custo de vida sao,

A cheganice avança dois projetos de lei com o objetivo de reduzir a taxa de IVA dos combustíveis para 13% e isentar deste imposto um conjunto de bens alimentares essenciais, pois  o IVA é "um dos principais componentes do preço final" dos combustíveis e que a sua descida para a taxa intermédia "constitui uma medida de alívio imediato, com impacto direto no preço final pago pelos consumidores", defendendo também que essa descida deve "perdurar enquanto a instabilidade da guerra do Irão, em particular do Estreito de Ormuz, se mantiver" e vai pretender recuperar a medida de IVA Zero num cabaz de alimentos essenciais, do  Governo de António Costa durante a pandemia de Covid-19, por considerar que "é uma medida necessária, proporcional e urgente, em linha com as melhores práticas europeias e com o princípio constitucional de garantia de condições de vida dignas para todos os cidadãos".

Estas medidas, entrariam em vigor com o próximo Orçamento do Estado, ou seja, em janeiro do próximo ano.

O PS lamentavelmente anunciou que votará contra estas iniciativas, com o secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, a declarar a oposição do partido a medidas que têm aplicação apenas no início de 2027.

A Esquerda, toda ela do PS ao PCTP ou ao MAS, ainda não entendeu que quando a cheganice apresenta propostas quee sao na realidade equivalentes a outras já apresentadas pelas Esquerdas o esvaziamento chegano implica votar favoravelmente estas propostas que nada têm a ver com o projeto fascistoide!