Tambem merece relevo uma famosa frase atribuída a Thomas Watson, presidente e fundador da IBM, que supostamente teria dito em 1943: "Acho que há no mundo mercado para cerca de cinco computadores" mas cujo fundo de verdade veio de uma reunião de acionistas em 1953, na qual seu filho, Thomas Watson Jr., comentou o modelo IBM 701.

Ele disse que esperavam vender apenas 5 unidades para grandes empresas de pesquisa, mas acabaram por receber a imensidao de  encomendas para 18 máquinas!

Na verdade existirao hoje mais de  2 mil milhões de unidades com o primeiro bilião de computadores a ser  alcançado em 2002, o segundo bilião por volta de 2015.

Há pois que ter cautela nos impossíveis e nada como lembrar aqui e agora o famoso padre associado a uma invenção para fazer chover em Portugal o Padre Himalaia (Manuel António Gomes).

Um canhão gigante construido sob orientação deste Padre Himalaia 1913 teve  o objetivo de provocar chuva e combater as secas em Portugal

Os disparos eram verticais contra as nuvens e foram realizados testes de ensaio na Serra da Estrela no verão de 1913, que testemunhas afirmaram ( nao se sabe se as mesmas do espiritual  local Fatima)  ter resultado na criação de chuva .

Da  "Himalaite" dizemos que este padre  associou o projeto do canhao a um potente explosivo por si criado, chamado himalaite, cujos apontamentos teriam sido mais tarde aproveitados na Primeira Guerra Mundial.

Este quase  cientista português, nascido em Arcos de Valdevez, ficou também mundialmente famoso pelo seu forno solar gigante, o pirelióforo, apresentado na Exposição Universal de St. Louis em 1904.

Nascido em Arcos de Valdevez em 1868, foi um sacerdote católico famoso sim por ser um pioneiro no aproveitamento da energia solar.

O Pyrheliophero (ou Pirelióforo) foi um enorme forno solar inventado por este inventor e sacerdote português Padre Himalaya no início do século XX.

Ainda nos lembramos de ver os ecologistas ridicularizados anos 70 e 80 por defenderem a energia solar contra a nuclear…!

O nome do ludi invento

vem do grego e quer dizer "o que conduz o fogo do Sol" tinha uma armação de aço com 13 metros de altura usava um grande espelho parabólico de 80 metros quadrados, formado por mais de 6.000 pequenos espelhos.

Seguia o Sol com precisão através de um mecanismo de relojoaria e concentrava a luz solar num ponto pequeno, capaz de gerar milhares de graus e fundir metais ou rochas.

Foi apresentado na Exposição de Saint Louis, nos Estados Unidos, em 1904 e ganhou o grande prémio (Grand Prix), duas medalhas de ouro e uma de prata.

Hojeo padre Himalaia  é  considerado um pioneiro no estudo e no aproveitamento das energias renováveis.

Manuel António Gomes, conhecido como o Padre Himalaia (1868–1933), e sim era padre e nessa funçao correu mundo, nasceu em Cendufe, Arcos de Valdevez e so começou a estudar pelos seus 14 anos que a monarquia carlista era assim!

Foi um pioneiro visionário das energias renováveis e da ciência, célebre pois  pela invenção do pirelióforo (um forno solar gigante que venceu a Exposição Universal de St. Louis em 1904) e do explosivo agrícola himalaite.

Acredita-se que os apontamentos e conceitos por trás desta máquina inspiraram o desenvolvimento de artilharia pesada pelos alemães durante a Primeira Guerra Mundial.

Hoje é recordado pelos seus vizinhos na Rota dos Gigantes do Vale do Lima um novo produto turístico que envolve quatro Concelhos da região, cada qual com a sua figura histórica universal, que promoveu Portugal no Mundo: Padre Himalaya (Arcos de Valdevez), Fernão de Magalhães (Ponte da Barca), Francisco Pacheco (Ponte de Lima) e João Álvares Fagundes (Viana do Castelo).
A cada Municipio corresponde um “gigante”, sendo que Arcos de Valdevez tem como referencia a personalidade notável do Padre Himalaya, cientista do início do séc. XX, considerado um percursor das  energias renováveis, designadamente pelo aproveitamento da energia solar, bem como do conceito do desenvolvimento sustentável.

No concelho, o visitante pode fazer uma passagem pela freguesia de Cendufe, berço de Himalaya, e pelo cemitério da localidade, onde se encontra sepultado o cientista.

Em direção à vila, pode ser feita uma paragem no imponente monumento em sua homenagem, da autoria do escultor José Rodrigues, totalmente em bronze e erigido em 2013 por iniciativa da autarquia; o passo seguinte é a paragem na zona do Trasladário, marginal urbana do Rio Vez, para observação do busto de Himalaya, da autoria de Eduardo Tavares, com seguimento para a Casa das Artes local, onde, no espaço da Biblioteca Municipal, será possível aceder à bibliografia sobre o cientista, incluindo o volume de textos inéditos de Jacinto Rodrigues, editado pelo município em 2013, ou o visionamento do documentário “A utopia do padre Himalaya”.

A revista National Geographic, do mês de outubro, tambem ja apresentou em grande destaque, um dos maiores cientistas e visionários portugueses da viragem do século XIX, o Padre Manuel Himalaya, nascido em Cendufe, Arcos de Valdevez.  

O Pirelióforo, a fantástica máquina solar, como protagonista deste artigo, representa uma das invenções do percurso excecional deste cientista, tendo-lhe garantido, em 1904, o Grande Prémio da Exposição Internacional de St. Louis, nos EUA como ja vimos. Este engenho “tinha como objetivo o aproveitamento industrial e agrícola do calor do Sol, uma visão revolucionária das energias renováveis no início do século XX”, realça a publicação.

Na revista também é dado conta que, para homenagear o Padre Manuel Himalaya, o Município de Arcos de Valdevez, no âmbito de uma candidatura, criou a “Oficina de Criatividade Himalaya”.

Trata-se de um espaço que será brevemente inaugurado, dedicado à ciência educativa, com várias áreas de exposição e de experimentação, baseados na vida, na filosofia e no pensamento de Manuel Himalaya, em diversas áreas como a Ciência, a Educação, a Ecologia e a Filosofia, e irá operar como um equipamento de descoberta e fruição, tendo nas crianças, jovens e famílias o seu principal público-alvo.

O ambiente cultural e científico em Portugal nos primeiros anos do nosso século não era brilhante.

A cultura científica e técnica estavam perto da estagnação. As instituições que a elas se dedicavam eram escassas. As publicações nesta área eram também poucas e de qualidade vária.

Uma das publicações de maior longevidade era o Boletim de Obras Públicas e Minas órgão da Associação dos Engenheiros civis (que também congregava os engenheiros militares) e que tem hoje continuidade na Ordem dos Engenheiros. Uma análise, ainda que breve, do Boletim de Obras Públicas e Minas da primeira década do nosso século dá-nos conta da quase inexistência de inovações científicas e técnicas produzidas por portugueses.

Neste panorama um pouco desolador avulta a figura de um homem que se interessou pelos mais variados campos da ciência e da técnica, tendo feito e patenteado inventos e produzido, ainda, reflexões no campo da economia e da política sociais.

Referimo-nos ao Padre Manuel António Gomes, “Himalaia”, por apodo que incorporou no nome.

Manteve ao longo de toda a sua vida um grande interesse pelas culturas agrícolas, em especial nas questões relativas à fertilização dos solos e da produção de adubos e da escolha de plantas e cultivares a empregar em função do solo e do clima.

Outra vertente que o influenciaria profundamente foi o pendor para o curandeirismo e para a medicina popular, matéria a que dedicaria grande atenção.

O Padre Himalaia fez registar inúmeras patentes de invenções suas, que abarcam de um explosivo de tipo novo para fins pacíficos, a “Himalaíte”, que chegou a comercializar, passando por motores ou aperfeiçoamentos para motores, até à sua mais conhecida invenção, o Pyrhéliophoro.

A sua última versão destinou-se a ser montada e exibida no Pavilhão Português na Exposição Universal de St. Louis (E.U.A.) de 1904. Este derradeiro modelo do Pirelióforo, nome que de resto, parece só então ter sido adotado, foi premiado na citada Exposição Universal com o “Grand Prize”, duas medalhas de ouro e uma de prata.

 O invento foi saudado pela comunidade científica e atraiu os elogios de toda a imprensa mundial, com particular ênfase da americana. Mesmo o circunspecto New York Times lhe dedicou uma primeira página que incluía uma entrevista ao cientista português.

A versão final do Pirelióforo era capaz de produzir uma temperatura de 3800° C. o que permitia efetuar a fusão de quaisquer rochas ou metais, já que nenhuma substância destes tipos necessita de uma temperatura superior para ser fundida.

O modelo de St. Louis incluía uma parábola de 80m2 composta de 6 177 espelhos refletores que convergiam para o cadinho.

A armação metálica do  aparelho media 13 metros de altura.

O padre Himalaia demorou-se nos Estados Unidos por dois anos, estudando com físicos e matemáticos de nomeada e proferindo lições e conferências nos mais variados estabelecimentos científicos americanos.

Quando na hora de regresso quis reaver o seu invento verificou-se que tinha sido roubado, não obstante o peso e as dimensões que apresentava. Nunca mais o Padre Himalaia se ocupou da energia solar nem do Pirelióforo.

Mas lembremos outros cidadaos fora do contexto catolico

Comecemos por referir o Rolling Thunder (Trovão Rolante), cujo nome real era John Pope.

Ele foi um famoso "homem-medicina" (medicine man) e xamã das tribos Shoshone e Cherokee que ganhou enorme notoriedade mundial nos anos 1970.

O seu feito mais célebre envolveu fazer chover durante uma seca severa no deserto de Nevada perante várias testemunhas, incluindo investigadores e figuras da contracultura ocidental.

No entanto elr  não se considerava um "feiticeiro", mas sim um protetor da Terra e um homem-medicina tradicional.

Ficou conhecido por defender os direitos dos povos nativos e a preservação ambiental.

A sua fama foi tanta que ele inspirou o músico Bob Dylan a batizar a sua famosa digressão de 1975 como Rolling Thunder Revue. Ele também foi tema de um livro biográfico de sucesso escrito por Doug Boyd em 1974

Mas vejamos mais,

Charles Hatfield (O "Homem da Chuva" Americano): Se a sua recordação for de um homem que usava química, trata-se de Charles Hatfield.

Ele era um homem branco estadunidense que, no início do século XX, vendia serviços como "fabricante de chuva" através de uma fórmula secreta com 23 químicos que evaporavam em torres.

Em 1916, a cidade de San Diego contratou-o para acabar com uma seca; o resultado foi uma tempestade histórica que rompeu barragens e causou graves inundações.

Cacique Cobra Coral: No Brasil, existe a Fundação Cacique Cobra Coral, uma organização amplamente contratada por governos e empresas para desviar tempestades ou atrair chuva.

A mentora da fundação afirma incorporar o espírito de um antigo cacique índio americano que teria o poder de controlar o clima.

Mais haveria para citar em defesa do Direito a Fazer Chover ou à crença em ( como na Senhora de Fatima que curou a minha avó Violeta) mas por ora é suficiente para recordar que muita agua passa pela ponte e alguma até pode ser milagrosa!