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Sejam eles de campanha eleitoral ou nao, sejam eles institucionais ou não, o PR Lula da Silva vai cara lavada para todos os debates e entrevistas, sem jogos sem truques
Nardia M
Correspondente no Brasil
Têmo-lo visto nesses confrontos onde os jornalistas se colocam no papel do dizquediz e recusam olhar para o país que é o seu e para o papel interno e global de Lula da Silva
Preocupados mantemos a atençao ao como decorre a campanha eleitoral no Brasil tambem porque o trumpismo ( sim nao é somente a Russia) procura influenciar de todas as formas as eleições neste importante psís de Lingua Portuguesa na America Latina
Vejamos uma sondagem da Pesquisa Quaest divulgada na segunda-feira, 07.09, que apontaque 32% dos brasileiros consideram que Lula e PT vencerem é o melhor resultado para a eleição presidencial de 2026, enquanto 24% consideram que o melhor resultado é a volta do clãBolsonaro.
Veja os números:
Lula e o PT vencerem uma nova eleição: 32%
A família Bolsonaro voltar a governar o país: 24%
A vitória de um candidato de fora da política e fora da polarização: 20%
A vitória de um candidato moderado fora da polarização: 17%
Não sabem/não responderam: 7%
Solicitada a sondagem pelo O Globo, a Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 3 e 6 de setembro.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01720/2026.
Entre os eleitores independentes:
32% consideram o melhor resultado a vitória de um candidato de fora da política e fora da polarização;
27% responderam a vitória de um candidato moderado;
19%, a vitória de Lula e o PT;
12%, não sabem ou não responderam;
e 10% consideram o melhor resultado a volta da família Bolsonaro ao poder.
Nas regiões, o Nordeste (53%) dá maior quantidade de respostas a favor de Lula e PT, enquanto o Sul (31%) dá mair quantidade de respostas a favor à volta da família Bolsonaro ao poder.
Para 71% dos eleitores, a escolha do candidato é definitiva.
Outros 29% dizem que ainda podem mudar o voto até o dia da eleição, em 4 de outubro.
Lula (80%) e Flávio (78%) são os candidatos com o voto mais consolidado e entre os eleitores de Cury, 49% consideram a escolha definitiva e 51% podem mudar.
59% dos eleitores de Renan Santos agora admitem trocar de candidato, e 61% dos eleitores de Caiado dizem o mesmo.
Na pesquisa espontânea, em que a Quaest não mostra aos eleitores os nomes dos candidatos, a disputa está assim:
Lula (PT): 28% (eram 28% em 2 de setembro)
Flávio Bolsonaro (PL): 20% (eram 20%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 4% (eram 4%)
Outros somados: 5% (eram 4%)
Indecisos: 42% (eram 42%)
Branco/nulo/não vai votar: 1% (eram 2%)
A Quaest consultou os eleitores sobre cada um dos candidatos em disputa: se eles conhecem e votariam, se não conhecem ou se conhecem e não votariam.
Veja os números de rejeição:
Flávio Bolsonaro: 55% (eram 55% em 2 de setembro)
Lula: 53% (eram 53%)
Pablo Marçal: 45% (eram 44%)
Ronaldo Caiado: 41% (eram 40%)
Romeu Zema: 39% (eram 38%)
Renan Santos: 29% (eram 28%)
Augusto Cury: 26% (eram 25%)
Rui Costa Pimenta: 23% (eram 23%)
Edmilson Costa: 11% (eram 11%)
Samara Martins: 11% (eram 11%)
Hertz Dias: 10% (eram 10%)
Veterinário Wilson Grassi: 10% (eram 10%)
Clariana Barão: 7% (eram 7%)
Veja os números da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos.
Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 2 de setembro.
Veja, abaixo, os números do cenário de 1º turno sem Pablo Marçal:
Lula (PT): 36% (eram 37% em 2 de setembro)
Flávio Bolsonaro (PL): 29% (eram 29%)
Augusto Cury (Avante): 8% (eram 10%)
Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%)
Ronaldo Caiado (PSD): 3% (eram 1%)
Romeu Zema (Novo): 2% (eram 1%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Edmilson Costa (PCB): 0 (era zero)
Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era zero)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (era zero)