A presidência note-se que com um PR do PAICV, Jose Maria Neves, divulgou a petição depois de ter recebido os subscritores.
As detenções aconteceram já depois da libertação dos presos do regime colonial português, que ali encarcerou mais de 500 pessoas e em que 36 morreram (32 portugueses, dois guineenses e dois angolanos), tal como documentado no agora Museu da Resistência, num espaço que está a ser candidatado a património da humanidade.
A petição queixa-se da omissão de referências aos presos entre 1974 e 1975 e a esta parte da história do campo, indicando que "a memória histórica não pode ser seletiva nem construída sobre silêncios", segundo o comunicado da presidência.
O chefe de Estado, José Maria Neves, assumiu o compromisso de "encaminhar a exposição" às instituições responsáveis pelo museu e conteúdos "para que avaliem (…) a inclusão de informação contextualizada sobre as utilizações do espaço no período de transição política (1974-1975)".
José Maria Neves defendeu "espaços de diálogo técnico e museológico", face à petição pública.
Cabo Verde à frente de Portugal no reconhecimento da Historia… por cá fala-sa e sauda-se os combatentes da guerra colonial e anula-se os Combatentes Anti Guerra Colonial!