Na altura o Estrategizando protestou veementemente, media Laico que era e é!
Na verdade o Vaticano (representado pela Santa Sé) não é um Estado-membro pleno da ONU, mas possui o status de Estado observador não-membro.
O Vaticano é um país independente e o papa exerce nele um poder totalitário sobre o governo executivo, legislativo e judiciário.
Assim o Vaticano nao é um país democrático.
Situação aliás bem recente pois nos primeiros séculos, a igreja de Cristo era, de facto, altamente descentralizada e dependente da ação direta dos seus crentes.
Foi a sua institucionalização imperial romana e oficialização e da oficialização pelo Império Romano no século IV, que o cristianismo primitivo perdeu a autonomia das rede de ocomunidades locais.
Não existiam aliás templos ou edifícios religiosos dedicados e ps crentes reuniam-se em casas particulares (casas-igreja) para partilhar refeições, orar e ler as escrituras.
Cada comunidade local geria os seus próprios assuntos apesar apóstolos e, mais tarde, bispos e presbíteros exercessem autoridade espiritual, as decisões dependiam muito do consenso e do apoio da comunidade.
Sem o financiamento do Estado ou de grandes propriedades, a subsistência da Igreja — incluindo o apoio aos pobres, viúvas e missionários — vinha inteiramente das contribuições voluntárias e da entreajuda dos próprios membros.
Existiam diferentes interpretações e práticas litúrgicas entre as comunidades de Roma, Antioquia, Alexandria e Jerusalém
No ano 313 d.C., com o Édito de Milão promulgado pelo imperador Constantino, legalizou-se o cristianismo e em 380 d.C., o Édito de Tessalónicatransformou o cristianismo na religião oficial do Império Romano.
A partir daí, a Igreja adotou a estrutura administrativa e hierárquica do próprio império, centralizando o poder nos grandes centros urbanos e na figura dos bispos principais (patriarcas).
Com Pepino, o Breve e o apoio que este deu a Roma para vencer os Lombardos, que houve a entrega ao papa de várias terras na Itália central nascendo assim o "Património de São Pedro", um território político governado pela Igreja que durou séculos, muito antes do pequeno Estado da Cidade do Vaticano que conhecemos hoje (fundado apenas em 1929 pelo Tratado de Latrão).
Foram na verdade as Cruzadas anti islamicas e anti cataras que libertaram o papado do poder que o envolvia ainda assim
dividido entre ordens militares onde predominaram os Templarios razao do surgimento do reino de Portugal
Afonso Henriques, Dinis, pedro, Joao II, sao reis que provaram a autonomia portuguesa bem ao contrario do PR MRSousa…
Artigo 5.º
Princípio da cooperação
O Estado cooperará com as igrejas e comunidades religiosas radicadas em Portugal, tendo em consideração a sua representatividade, com vista designadamente à promoção dos direitos humanos, do desenvolvimento integral de cada pessoa e dos valores da paz, da liberdade, da solidariedade e da tolerância.
Ora é bastante duvidoso que um Estado/ religião que discrimina 50% da comunidade Humana, as Mulheres, que proibe à interrupção voluntária da gravidez, que bloqueia a Educaçao Sexual e o Controlo da Natalidade, que impoe aos Crentes serem julgados periodicamente por outrem via as confissoes que enriqueceu à custa da escravatura e da delapidação das riquezar da antigas colonias dos imperios europeus seja um Estado Democrático!
Entretanto o PR Seguro visitou ja 6 países em 8 viagens e prepara a nona e decima!
Espanha (Madrid): 19 e 20 de abril de 2026
Itália (Florença e Roma): 7 de maio de 2026
Luxemburgo (Cidade do Luxemburgo, Dudelange, Schengen e Sanem): 5 a 7 de junho de 2026
Itália (Veneza): 16 e 17 de junho de 2026
Estados Unidos da América (Miami, Flórida): 25 a 27 de junho de 2026
Espanha (Barcelona): 30 de junho de 2026
França (Paris): 1 de julho de 2026
Cabo Verde (Ilha de Santiago e ilha da Boa Vista): 21 a 23 de julho de 2026
Assim, irá ao Vaticano a 23 e 24 de setembro e irá a França, Estrasburgo a 29 e 30 de setembro!
Com estas visitas irá o PR Seguro preparar a comemoração dos 110 do dito fenomeno de Fatima ( 1917) e os 50 anos da adesao de Portugal ao Conselho da Europa, ( 22 de setembro de 1976 )
Nao contestamos a comemoração deste 50.o aniversário que abriu portas essenciais à superação da crise pré falencia vivida entao por Portugal com o findar abrupto do Imperio colonial portugues
No entanto já nos custa ver o PR que representa o Estado portuges e todos os portugueses querer comemorar o “ fenomeno mariano”
E recordamos uma Petiçao de novembro de 2016 face à ida do papa Francisco nos 100 anos do “fenomeno mariano”
“Lançada pelo músico Pedro Barroso, o advogado Carlos Tomé e o padre Mário de Oliveira, da Lixa”, a petição contestaram a ida do papa Francisco a Fátima para credibilizar o milagre de há 100 anos.
"Não é uma crítica religiosa, cada um acredita naquilo que acredita, mas é evidente que o milagre é um embuste, uma farsa, uma má encenação com cem anos, tempo já para ter sido desmascarado e que hoje em dia se tornou um negócio", justificou hoje à agência Lusa Pedro Barroso.
“Intitulada "Contra a credibilização do ‘milagre' de Fátima", a petição é dirigida ao bispo de Leiria, ao Patriarcado de Lisboa, ao núncio apostólico e à Conferência Episcopal Portuguesa.
Entre os primeiros subscritores estão também os antropólogos João Carlos Lopes e Carlos Simões Nuno, o professor do Instituto Politécnico de Tomar Luís Mota Figueira, o antigo coordenador da CGTP no distrito de Santarém Valdemar Henriques, o engenheiro João Saramago e o jornalista André Nuno Lopes.”
“O que nós achamos é que o papa, ao visitar Fátima, credibiliza, ratifica a situação, que começou por ser uma mentira e que hoje em dia é essencialmente um negócio", explicou Pedro Barroso.
O músico esclareceu que nada os move contra qualquer tipo de religião e que não são "os detentores do conhecimento", apenas entendem que "já era tempo de se discutir, de uma forma menos apaixonada e mais pragmática, aquilo tudo que aconteceu".
"O papa Francisco tem sido uma personalidade que nos merece algum respeito por muitas atitudes em prol de uma igreja mais moderna, uma igreja da verdade, uma igreja católica de grande responsabilidade e com intervenções até muitas vezes sociais e públicas de grande valor. Como é que ele agora vem credibilizar uma anedota destas?", questionou.
Segundo Pedro Barroso, como já vários papas se deslocaram a Fátima, Francisco "está metido num beco de onde provavelmente não há uma saída airosa".”
“Queremos chamar a atenção do papa Francisco, já que tanto insiste em vir a Fátima: venha mas traga o chicote, como fez Jesus Cristo para expulsar os vendilhões do templo, porque isto está convertido num circo de oportunismos variados, já não estamos a falar dos religiosos, mas sobretudo dos comerciais", frisou.
Na petição, os subscritores referem que "o chamado ‘milagre dos três pastorinhos' não passa de um autêntico embuste, algo que mereceu até hoje a atenção de estudiosos sobre o que realmente aconteceu em maio de 1917 e sobre o processo contínuo e imparável de exploração religiosa montado sobre tão ingénua encenação".
"Quem se informar sobre este caso, fica a conhecer facilmente a forma como os acontecimentos na época foram urdidos, planeados e tramados - entre a dúvida inicial e a posterior complacência da Igreja Católica - numa era de grande obscurantismo cultural e com evidente aproveitamento dessa rústica ignorância", acrescenta.
Os subscritores da petição consideram que "não é preciso grande esforço para chegar a esta conclusão, nem grande erudição teológica para analisar o caso" e que "a evidência do logro fica bem clara, bastando, no essencial, ler alguns documentos oficiais e livros de pessoas - algumas assumidamente católicas - com autoridade na matéria sobre o chamado ‘milagre' de Fátima, para concluir pela sua total inconsistência".”
Francisco Martins Rodrigues (1927–2008): Nascido em 1927, celebraria o seu centenário de nascimento em 2027. Figura central e histórica do marxismo-leninismo em Portugal, foi um dos militantes anti-salazaristas mais determinados, destacado dirigente do PCP na clandestinidade e, mais tarde, o principal fundador da Frente Eleitoral de Comunistas (Marxistas-Leninistas) - FEC(ML) e da Organização Comunista Política (dando origem ao movimento vulgarmente apelidado de "M-L" ou "comunismo ortodoxo/radical" à esquerda do PCP). Ficou conhecido pela sua intransigência ideológica e oposição firme ao regime ditatorial.
cumpriu um total de 12 anos de prisão durante o Estado Novo. [1]
Mas nao queremos deixar de recordar um outro Grandes Centenários "Radicais" em 2027,
o Centenário da Revolta de Fevereiro de 1927 (O "Reviralho")
Em fevereiro de 2027 celebram-se 100 anos da primeira grande revolta armada contra a Ditadura Militar fascista instalada pelo golpe de 28 de maio de 1926.
O Porto e Lisboa foram os palcos principais deste levantamento sangrento levado a cabo pela esquerda republicana e setores radicais (militares e civis) na tentativa de repor a democracia e a liberdade. O município do Porto, inclusive, calendarizou uma vasta programação cultural chamada Porto, Coração da Liberdade para assinalar a data.
Participaram militares republicanos, políticos da oposição democrática (como membros do Partido Democrático, Nacionalista e Radical), socialistas e setores operários ansrco sindicalistas aliados.
Principais Líderes e Participantes
Comité Revolucionário era chefiado pelo general Sousa Dias e integrava ainda ocoronel Fernando Freiria, o tenente-coronel Pinto da Fonseca, o comandante Jaime de Morais, o capitão-médico Jaime Cortesão, o capitão João Pereira de Carvalho e o capitão Sarmento Pimentel.
Durante cinco dias, a guerra civil instala-se na Praça da Batalha, coração do Porto. Os revolucionários de Caçadores 9 contaram com outras unidades militares da cidade, de Penafiel, Valença, Vila Real, Lamego e Chaves, bem como da GNR, tendo-se apoderado do Quartel-General, do Governo Civil e dos Correios e Telégrafos. Ao mesmo tempo eram presos o Governador Civil do Porto, o presidente da comissão local de censura, os 1º e 2º comandantes da Região Militar e os ministros do Comércio e da Instrução, para além de outros oficiais.
Para combater a revolta foi designado o próprio ministro da Guerra, coronel Passos e Sousa, que concentrou a partir de Aveiro as forças fiéis à ditadura (ver fotografia), seguindo depois para o Porto, dirigindo as forças de Artilharia 5 da Serra do Pilar, às quais se juntaram reforços militares da Covilhã e Braga e um contingente de 1200 homens idos de Lisboa, desembarcado em Leixões, sob o comando do general Farinha Leitão.
Aos militares revoltados juntaram-se algumas centenas de civis – funcionários públicos, estudantes, jornalistas e homens de letras, operários e elementos de profissões liberais – sob a coordenação de José Domingues dos Santos (ver fotografia), líder da Esquerda Democrática - com os revoltosos procurando entricheirar-se em diversos locais da cidade (ver fotografia).
Calcula-se que no Porto estiveram frente a frente cerca de 2500 resistentes constitucionais e cerca de 4000 efetivos governamentais, com recurso a toda a sorte de armas ligeiras e pesadas, incluindo bombardeamentos aéreos e da marinha.
É tempo sr PR como Comandante em Chefe das Forças Armadas de incentivar as FAA portuguesas a recordarem os seus históricos tempos Republicanos!