Coesao social que estigmatiza a inserção da Mulher ? Atualmente, sao. pelo menos 24 as nações que possuem proibições totais ou parciais ao uso de vestimentas que cobrem o rosto, como a burca e o niqab, em locais públicos ou edifícios governamentais.
Para mim é uma questao de Igualdade de Genero e de Laicidade que nos leva a apoiar a proibiçao de burcas e quejandos
Tal como defendo acerrimamente o bikini a mini saia etc como liberdade no uso do corpo da mulher - nao quer nao usa !
A votação, na Comissão de Assuntos Constitucionais, foi igual à que se registou quando este diploma, que partiu do Chega, foi aprovado na generalidade já em outubro passado. Ficou depois cerca de oito meses parado a aguardar discussão na especialidade.
Em junho, o PSD apresentou um projeto de substituição ao diploma originário do Chega, focando as razões de segurança inerentes à proibição da ocultação do rosto, de forma a secundarizar a questão das burcas islâmicas, um total absurdo e de quem nem o Corao leu!
O Chega ameaçou votar contra as mudanças propostas pelos sociais-democratas mas, na quarta-feira, à noite, a cheganice apresentou um novo texto de substituição, aproximando-se do teor das posições dos sociais-democratas, que tentam evitar que o diploma possa ser colocado em causa por eventuais inconstitucionalidades, designadamente em matéria de liberdade religiosa.
Na abertura da reunião da Comissão de Assuntos Constitucionais, o vice-presidente da bancada do PSD, António Rodrigues, anunciou que iria retirar o texto de substituição apresentado pela sua bancada, dadas as mais recentes propostas cheganas que representavam uma aproximação relevante do ponto de vista político.
Apesar de o PSD ter insistido que o diploma se destina a responder a questões de segurança no espaço público, no plano do discurso político os deputados Madalena Cordeiro (Chega), Rui Rocha (Iniciativa Liberal) e João Almeida (CDS), nas suas intervenções, salientaram a ideia de combater a ocultação do rosto por motivos religiosos.
No Islão, a instrução central no Alcorão é que homens e mulheres devem agir e vestir-se com modéstia sendo que o Corão não impõe o uso da burca nem do niqab.
Ele exige apenas modéstia geral para ambos os sexos, determinando que as mulheres não devem exibir a sua beleza na presença de homens que não sejam o seu marido ou familiares próximos e daí o caminho para o fanatismo ainda mo seculo XXI de subordinaçao da Mulher
A interpretação mais comum do Corao é cobrir o cabelo, o pescoço e o busto.
Cobrir totalmente o rosto como no Niqab ou na Burca é uma escolha macho cultural numa visao religiosa fanatica anti mulher.
Olhando para o mundo, a França proíbe o uso da burca e de qualquer outra vestimenta que cubra totalmente o rosto em espaços públicos.
Medida em vigor desde 2011, ano em que foi implementada a lei de proibição de ocultação do rosto aprovada pelo parlamento em 2010.
A restrição aplica-se a locais como ruas, transportes públicos e edifícios comerciais.
A violação da lei pode resultar em multas ou na obrigatoriedade de frequentar um curso de cidadania.
As únicas exceções aplicam-se a situações de saúde, proteção civil ou prática de desportos e certas festividades.
As autoridades francesas justificam a proibição com base na preservação da segurança pública e nos princípios de laicidade, igualdade de género e respeito pelos valores republicanos.
A França realce-se tem regras estritas sobre a exibição de símbolos religiosos, o que também inclui a proibição do uso de vestimentas religiosas em escolas públicas.
O Reino Unido não proíbe o uso da burca ou de qualquer outro véu integral em espaços públicos.
A legislação britânica estabelece apenas que as autoridades policiais, como é o caso das esquadras, têm a autoridade legal para pedir a remoção de coberturas faciais se houver suspeita de que estão a ser usadas como disfarce. Existem também diretrizes do NHS que permitem que os códigos de vestimenta dos empregadores restrinjam o uso destas peças em ambientes de saúde por razões de higiene ou segurança.
Para além destas regras locais e profissionais, as proibições existentes aplicam-se a contextos específicos (como a identificação em tribunais, escolas ou alfândegas), semelhantes aos aplicados a qualquer outra peça de roupa ou acessório que impeça a identificação visual.
A lista de 24 paises anti bircs inclui países de maioria muçulmana e democracias ocidentais:
Estas medidas são frequentemente justificadas pelos governos locais como formas de garantir a segurança pública, facilitar a identificação facial ou proteger os valores de sociedades seculares.