O mesmo documento já foi entregue à vice-presidente da Assembleia da República Teresa Morais.
Esta iniciativa cívica pretende que o Estado português invista na aquisição faseada de uma esquadra própria de seis aeronaves anfíbias pesadas 'Canadair' DHC-515 MP.
As mesmas estarao integradas e protas para operar via a Força Aérea Portuguesa (FAP).
Assim, "o objetivo é complementar os dois aviões previstos pelo programa europeu 'rescEU' para 2029 e 2030, considerados insuficientes para garantir a sustentabilidade de uma esquadra autónoma que apoie o continente e as ilhas, substituindo progressivamente o atual modelo de aluguer privado temporário por uma capacidade pública permanente".
Para allém do combate a fogos florestais, dizem os subscritores, "a versão 'Canadair' DHC-515 Multi-Purpose (MP) proposta permitirá à FAP utilizar as aeronaves todo o ano na proteção da vasta Zona Económica Exclusiva (ZEE): em missões de Busca e Salvamento (SAR) no Atlântico, no combate ao narcotráfico e na eventual extinção de incêndios em navios em alto-mar, prevenindo marés negras".
Consideram ainda que, "no Inverno europeu, a FAP também poderá projetar estas aeronaves para combater fogos no Hemisfério Sul, como na Austrália e Américas", já que "esta polivalência garante o treino contínuo dos pilotos em missões reais e eleva o prestígio internacional de Portugal".
Este coletivo aguarda ainda o agendamento por parte dos ministérios da Defesa Nacional (MDN) e da Administração Interna (MAI), apelando a que este "investimento estruturante seja integrado de modo faseado na Lei de Programação Militar".
Nós deixamos uma solução- desista o Estado de uma das 3 fragatas e haverá meios para esta frota de 'Canadair' DHC-515 MP.!