A empresa entrou em falencia em 2021 após dificuldades para pagar seus credores.
A Evergrande deixou de honrar a maior parte de suas dívidas, estimadas em 300 biliões de dólares simbolizando a crise no setor imobiliário que há muito tempo afeta a segunda maior economia do mundo.
"Xu Jiayin [nome do empresário em mandarim] foi condenado por múltiplos crimes e multado, recebeu uma sentença de prisão perpétua, teve seus direitos políticos revogados para sempre e todos os seus bens pessoais confiscados", afirmou o tribunal.
Entre 2016 e 2021, a Evergrande e o seu lider Hui, "violaram as leis nacionais ao se envolverem em fraudes financeiras contínuas e em larga escala, além de outros meios para inflar ativos e ocultar passivos", disse o tribunal acrescentando que as partes "obtiveram o controle de instituições financeiras" por meio de suborno, sem nomear as instituições.
Hui, cai em desgraça aos 67 anos depois de ter sido um dos bilionários mais ricos da China e membro do principal órgão consultivo político do Partido Comunista.
Em 2017, Hui possuía um patrimonio líquido de 45,3 biliões de dólares, o maior da Ásia, segundo a Forbes.
Em 2024, um tribunal de Hong Kong ordenou a liquidação da Evergrande, e a Bolsa de Valores de Hong Kong excluiu a empresa no ano passado e o regulador de valores mobiliários da China multou Hui em 6,6 milhões de dólares e o proibiu de atuar no mercado de valores mobiliários, após constatar que a principal unidade da Evergrande havia inflacionado os lucros e cometido fraude.
O estranho capitalismo de estado chinês que alimenta limitadamente o capitalismo privatista nunca permitindo que o poder economico domine sobre o poder politico nada democraticos ambos diga-se