O mesmo deverá ser apresentado à Procurador-Geral da República, por alegada falsificação de assinaturas e põe em causa a sua candidatura .

A decisão foi tomada durante uma reunião do Comité Central do partido na quarta-feira, 21 de Outubro, que manteve a nulidade da candidatura do antigo governador de Luanda à liderança do MPLA.

Nasceu tambem  a abertura de um processo disciplinar por alegada violação dos estatutos, segundo o porta-voz do Bureau Político, Esteves Hilário.

Face  a decisão do Mpla, Higino Carneiro afirmou que não pretende tomar decisões precipitadas.

Assim vai  continuar a avaliar as opções que tem pela frente e  Higino Carneiro  considerou ainda que a anulação de uma candidatura ou o impedimento de uma iniciativa política não apaga uma vida de serviço, nem dispensa a responsabilidade de enfrentar o presente com dignidade e coragem.

Este conflito  abre um novo capítulo na disputa interna à volta da liderança do partido no poder em Angola, perante as  movimentações políticas para a  sucessão na direcção do MPLA.