Em 1967, Pillay foi a primeira mulher a abrir seu próprio escritório de advocacia na Província de Natal, Africa do Sul. Alias, não havia outra alternativa. "Nenhuma firma de advogados me daria emprego. Diziam que não poderiam ter empregados recebendo instruções de uma pessoa de cor." Durante seus 28 anos como advogada na África do Sul, defendeu ativistas do movimento anti-Apartheid e ajudou a expor o uso da tortura e as péssimas condições dos prisioneiros políticos no país. Quando seu marido foi preso, ela conseguiu impedir que a polícia usasse métodos de interrogatório ilegais contra ele.
Em 1973, ela conseguiu garantir aos presos políticos, inclusive Nelson Mandela, o direito ao acesso a um advogado.
Em 1995, um ano depois que o Congresso Nacional Africano chegou ao poder, Mandela nomeou Pillay para a Suprema Corte da África do Sul.
Em 2 de julho de 2008, o Secretário Geral das Nações Unidas Ban Ki-moon nomeou Pillay para suceder a Louise Arbour como Alta Comissária para Direitos Humanos.
Os ultimos Premio Nobel
2026 - Navanethem "Navi" Pillay (África do Sul)
2025 - María Corina Machado (Venezuela)
2024 – Organização Nihon Hidankyo (Japão)
2023 - Ativista Narges Mohammadi (Irão)
2022 - Ativista Ales Bialiatski, da Bielorrússia, e organizações Memorial, da Rússia, e Centro de Liberdades Civis, da Ucrânia
2021 - Jornalistas Maria Ressa, das Filipinas, e Dmitry Muratov, da Rússia
2020 - Programa Alimentar Mundial (PAM)
2019 – Abiy Ahmed Ali (Etiópia)
2018 – Denis Mukwege (República Democrática do Congo) e Nadia Murad (Iraque)
2017 - Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN)
2016 - Juan Manuel Santos (Colômbia)