No dia em que se comemora o Domingo do Mar no calendário católico, o Papa aproveitou a mensagem a todos "os marinheiros, pescadores e trabalhadores portuários do mundo" para falar dos conflitos militares no mar de Azov e em Ormuz.
As vidas dos marinheiros são marcadas "pelo afastamento dos seus entes queridos e, por vezes, pelo receio dos conflitos que assolam as rotas marítimas, que sustentam, com um trabalho paciente e silencioso, o comércio e a vida de muitos povos", afirmou.
Nas suaz férias o Papa realizará algumas atividades, como a deste sábado, em que almoçou com pessoas vulneráveis.
Tem ainda previsto visitar a Biblioteca Apostólica Vaticana e irá inaugurar o primeiro capítulo do ciclo de exposições "Catástrofe e Maravilha", no qual as obras de três criadores contemporâneos - o artista JR, o tipógrafo Bill Morany e o chef Fulvio Pierangelini - "estabelecerão um diálogo com o património e os espaços destas salas, numa reflexão dedicada à água como ameaça e como recurso", referiram os organizadores.
Está previsto que as audiências gerais sejam retomadas normalmente a 5 de agosto.
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