“Não permitamos que estes ventos apaguem a chama da esperança e da paz, por mais frágil e vulnerável que esta seja", dito às portas do palácio apostólico, em frente à Praça da Liberdade daquela localidade situada a cerca de 30 quilómetros de Roma.

Leão XIV desejou "…que se percorra com esperança o caminho do diálogo, do encontro e da diplomacia", porque é o caminho "capaz de conduzir a uma paz justa e duradoura, na qual os povos possam viver reconciliados, em segurança mútua e no respeito pela dignidade de cada pessoa".

No dia em que se comemora  o Domingo do Mar no calendário católico, o Papa aproveitou a mensagem a todos "os marinheiros, pescadores e trabalhadores portuários do mundo" para falar dos conflitos militares no mar de Azov e em Ormuz.

As vidas dos marinheiros são marcadas "pelo afastamento dos seus entes queridos e, por vezes, pelo receio dos conflitos que assolam as rotas marítimas, que sustentam, com um trabalho paciente e silencioso, o comércio e a vida de muitos povos", afirmou.

Nas suaz férias o Papa realizará algumas atividades, como a deste sábado, em que almoçou com pessoas vulneráveis.

Tem ainda previsto visitar a Biblioteca Apostólica Vaticana e irá inaugurar o primeiro capítulo do ciclo de exposições "Catástrofe e Maravilha", no qual as obras de três criadores contemporâneos - o artista JR, o tipógrafo Bill Morany e o chef Fulvio Pierangelini - "estabelecerão um diálogo com o património e os espaços destas salas, numa reflexão dedicada à água como ameaça e como recurso", referiram os organizadores.

Está previsto que as audiências gerais sejam retomadas normalmente a 5 de agosto.

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