O jovem atacante do Barcelona tornou-se um ícone em Gaza após aparecer com uma bandeira da Palestina durante as comemorações do título espanhol conquistado por seu clube, sendo posteriormente homenageado com um mural pintado sobre os escombros do campo de refugiados de Shati.
Desde o agravamento da guerra em Gaza, Pedro Sánchez assumiu uma posição que o colocou entre os principais críticos europeus do governo de Benjamin Netanyahu.
A Espanha reconheceu o Estado da Palestina e passou a defender um aumento da pressão diplomática sobre Israel.
Nos últimos meses, Sánchez também condenou a detenção, por Israel, de um cidadão hispano-palestino que participava de uma missão humanitária rumo a Gaza, classificando o episódio como mais uma violação do direito internacional.
O governo espanhol também saiu em defesa de Lamine Yamal após o jovem craque exibir uma bandeira palestina durante a festa do título espanhol do Barcelona.
Depois que o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, acusou o jogador de promover “incitação ao ódio” e pediu que o Barcelona se distanciasse do gesto, Sánchez respondeu publicamente.
“Aqueles que consideram que hastear a bandeira de um Estado é ‘incitar ao ódio’ ou perderam o juízo ou foram cegados pela própria ignomínia”, escreveu.:
“Lamine apenas expressou a solidariedade com a Palestina que milhões de nós, espanhóis, sentimos. Mais um motivo para nos orgulharmos dele.”