O mesmo  foi encontrado na empresa Construbarcelos, do amigo de Luís Neves, ministro da Administração Interna - e há um inquérito "para apurar as circunstâncias da alegada movimentação"

No entanto a historia “descomplica-se”!

Na verdade o atrelado foi encontrado na empresa Construbarcelos, que pertence a um amigo de Luís Neves.

Ontem 18.07  o CM  noticiou aue a Marinha pediu à PJ para retirar com urgência das suas instalações, situadas na Margem Sul do Tejo, pois havia o risco dos produtos químicos - explodissem devido ao aumento da temperatura.

Nessa alturs  o empreiteiro amigo do ministro 'entrou em cena' e "se terá oferecido para retirar a galera" do local e levá-la até às instalações da Construbarcelos - onde a PJ a encontrou, na semana passada.

Ests solicitaçao sucedeu no  verão de 2025, pois. os produtos químicos - uma vez que o calor aumenta a pressão e poderiam rebentar.

Por não ter verbas para pagar a destruição dos produtos, a Judiciária tentou os seus prestadores de serviços para que o atrelado fosse retirado daquele local.

João Carvalho, amigo do ministro da Administração Interna, mostrou-se disponível para levar o atrelado com os produtos químicos para o seu terreno - não cobrando qualquer valor, explica ainda o Correio da Manhã.

Entretanto a PJ procuraria uma empresa para destruir os químicos. 

Contudo, o que agora se sabe é que o reboque ficou na Construbarcelos, assim como os bidões com os químicos.