A concentração foi convocada por um grupo de movimento de alunos chamado Chumbado.pt - criado por uma dezena de jovens de norte a sul do país.
À tsf um dos porta-vozes, Raul Noetzold, explicitou as reivindicações que levam para a rua, entre as quais, o fim da taxa de reapreciação.
Começando pela taxa de 25 euros exigida para pedir a reapreciação das provas, que são devolvidos apenas se a reavaliação resultar numa subida da nota que segundo Raul Noetzold, "esse custo tem que cair", pois que "uma série de exames foram mal corrigidos, ou seja, a nota do aluno não é por seu mérito ou demérito, mas sim por uma falha no sistema de correção".
Reivindicam ainda, os estudantes "o alargamento dos prazos da candidatura ao acesso ao ensino superior". "Temos uma série de alunos que vão pedir a reapreciação das provas, uma série de outros que só começaram a receber as suas notas agora, alguns que ainda nem tiveram acesso à prova", diz Raul Noetzold que relata haver um "sentimento geral de desconfiança”.
"Nós vimos o caos acontecer e não tivemos uma resposta concreta do Ministério da Educação. Fernando Alexandre contradiz-se este tempo todo. No início, veio dizer que os relatos eram falsos, que não havia caso nenhum", afirma.
"Há muito medo e ansiedade porque nós não sabemos o que vai acontecer; o nosso futuro está em causa, está suspenso", explica o estudante, acrescentando que "as pseudo-soluções que o ministro da Educação apresentou são soluções para despachar", visto que "falham constantemente".
O porta-voz do movimento adianta também que foram estabelecidos acordos com mais de uma dezena de associações de pais de Lisboa.
Esta manifestação que deveria contar tambem com os psis dos alunos deveria ser o fim do fracassado montenegrismo PSD/CDS