Sondagem no Brasil  Genial/Quaest 

Divulgada nesta quarta-feira (15/jul) mostra PR  Lula  consolidado na liderança da corrida presidencial de 2026. 

No cenário  de primeira volta, o petista aparece com 40% das intenções de voto, contra 28% do senador Flávio Bolsonaro 

A vantagem de 12 % coloca Lula numericamente fora do empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Em terceiro lugar, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 4%, seguido por Renan Santos (Missão) com 3% e Romeu Zema (Novo) com 2% . Cabo Daciolo (Mobiliza), Augusto Cury (Avante), Joaquim Barbosa (DC) e Samara Martins (UP) registram 1% cada.

Em eventual segundo turno, Lula venceria Flávio Bolsonaro por 45% a 37% — uma diferença de oito pontos percentuais. Brancos, nulos e eleitores que não votariam somam 14%, e indecisos representam 4%.

A vantagem do PR Lula, que era de seis pontos em junho (44% a 38%), ampliou-se dentro da margem de erro.

Em maio, os dois estavam empatados tecnicamente (42% a 41%).

Lula também venceria com todos os outros adversários testados: 45% a 36% contra Caiado, 45% a 35% contra Zema e 45% a 33% contra Renan Santos.

A rejeição a Flávio Bolsonaro atingiu 57%, o maior patamar da série histórica, segundo a Quaest.

Já a rejeição a Lula,apresentou tendência de queda e fechou em 50%.

Entre os demais, Caiado é rejeitado por 34%, Zema por 31%, Joaquim Barbosa por 18%, Renan Santos por 17% e Augusto Cury por 16%.

A pesquisa também mostra que a aprovação do governo Lula superou numericamente a desaprovação pela primeira vez desde dezembro de 2024: 48% aprovam e 47% desaprovam a gestão.

Por regiões, Lula lidera com folga no Nordeste (55%), no Centro-Oeste/Norte (39%) e no Sudeste (35%). Já no Sul, Flávio Bolsonaro aparece à frente com 37% contra 29% de Lula.

O presidente também lidera entre os eleitores com menor escolaridade e rendimento, enquanto a disputa é mais acirrada entre os que têm ensino médio e superior.

Este é o primeiro levantamento do instituto após o conflito público entre Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro, que pode ter impactado a queda do candidato do PL.