O encontro foi dedicado ao tema «A credibilidade dos processos eleitorais em Angola: o papel e a visão dos partidos políticos», promovendo a reflexão sobre os desafios eleitorais e o funcionamento das instituições democráticas.
Ao abordar a questão, Chivukuvuku recorreu ao alegado episódio familiar para ilustrar o que considera serem condicionalismos partidários no acesso a oportunidades profissionais em Angola.
«Eu tenho um filho, estudou nos Estados Unidos, fez licenciatura em Gastronomia», afirmou o líder partidário, ao explicar que tomou conhecimento, através da mãe do jovem, de que este teria procurado João Lourenço para tratar de uma oportunidade profissional.
Segundo a versão apresentada por Chivukuvuku, a conversa com o Presidente da República permitiu-lhe tomar conhecimento de uma situação que, na sua perspectiva, reflecte a existência de barreiras de natureza partidária à progressão profissional.
«O que eu quis dizer aqui é que ainda temos um sistema para ascender. Tem que ser do MPLA», declarou, referindo-se ao que considera ser uma lógica de acesso a oportunidades condicionada pela ligação ao partido no poder.
Em contraponto, o presidente do PRA-JA SERVIR ANGOLA defendeu que os critérios de progressão profissional devem ser diferentes, privilegiando as qualidades e as capacidades dos cidadãos, independentemente da sua filiação política.
«Connosco não vai ser assim. Para ascender, vai ser patriotismo, competência e honestidade», afirmou.
A intervenção de Chivukuvuku colocou em evidência a questão da igualdade de oportunidades e dos critérios de acesso a funções profissionais, num debate mais amplo sobre a responsabilidade dos partidos políticos e a credibilidade das instituições em Angola.
A iniciativa Quintas de Debates constituiu um espaço de diálogo entre os actores políticos e a sociedade civil, permitindo abordar matérias relacionadas com a transparência, a participação dos cidadãos e os desafios da consolidação democrática no país.
filho, formado em Gastronomia nos Estados Unidos da América, terá procurado uma oportunidade de emprego junto do Presidente da República, João Lourenço, tendo-lhe sido indicado, segundo o seu relato, que deveria primeiro ingressar no MPLA.
A declaração foi feita durante a iniciativa Quintas de Debates, promovida pela OMUNGA, organização da sociedade civil angolana, no anfiteatro da UNTA, em Benguela.
O encontro foi dedicado ao tema «A credibilidade dos processos eleitorais em Angola: o papel e a visão dos partidos políticos».
Ao abordar a questão, Chivukuvuku recorreu ao alegado episódio familiar para ilustrar para mostrar o que sao condicionalismos partidários no acesso a oportunidades profissionais em Angola.
«Eu tenho um filho, estudou nos Estados Unidos, fez licenciatura em Gastronomia», afirmou o líder partidário, ao explicar que tomou conhecimento, através da mãe do jovem, de que este teria procurado João Lourenço para tratar de uma oportunidade profissional.
Segundo a versão apresentada por Chivukuvuku, a conversa com o Presidente da República permitiu-lhe tomar conhecimento de uma situação que, na sua perspectiva, reflecte a existência de barreiras de natureza partidária à progressão profissional.
«O que eu quis dizer aqui é que ainda temos um sistema para ascender. Tem que ser do MPLA», declarou, referindo-se ao que considera ser uma lógica de acesso a oportunidades condicionada pela ligação ao partido no poder.
Em contraponto, o presidente do PRA-JA SERVIR ANGOLA defendeu que os critérios de progressão profissional devem ser diferentes, privilegiando as qualidades e as capacidades dos cidadãos, independentemente da sua filiação política.
«Connosco não vai ser assim. Para ascender, vai ser patriotismo, competência e honestidade», afirmou.
A intervenção de Chivukuvuku colocou em evidência a questão da igualdade de oportunidades e dos critérios de acesso a funções profissionais, num debate mais amplo sobre a responsabilidade dos partidos políticos e a credibilidade das instituições em Angola.
A iniciativa Quintas de Debates constituiu um espaço de diálogo entre os actores políticos e a sociedade civil, permitindo abordar matérias relacionadas com a transparência, a participação dos cidadãos e os desafios da consolidação democrática no país.