Hoje, 14.09, ao jornal Capital News, Djassi defendeu que o Governo deve priorizar o pagamento imediato dos valores em atraso aos docentes contratados.
“É a única forma de garantir um ano letivo calmo e saudável. Caso contrário, o ano pode ser marcado por ondas de greves no setor educativo guineense”, alertou o especialista.
Para Djassi, os prejuízos já são visíveis devido às paralisações com os alunos com matérias incompletas e compromete a qualidade do ensino.
“Isso tem reflexo direto no desenvolvimento do país, porque precisamos de pessoas com capacidade para servir a nação”, afirmou.
Relevemos que em 2026 registou-se uma grande paralisação nacional convocada pelo Coletivo dos Professores Contratados, com início a 11 de maio em protesto contra salários em falta e a precariedade laboral de mais de 4.000 docentes.
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