Durante a década de 1970, Steinem foi uma defensora ativa dos direitos reprodutivos das mulheres, entre outras causas.
Ela própria fez um aborto ilegal em Londres aos 22 anos e, anos mais tarde, celebrou a decisão da Suprema Corte dos EUA em 1973 no caso Roe v. Wade, que concedeu às mulheres o direito constitucional ao aborto.
Quase meio século depois, ela testemunhou a revogação dessa decisão.
Ela também se manifestou a favor da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, bem como da igualdade de direitos e salários para as mulheres, e protestou contra a pena de morte e a mutilação genital feminina.
A Líder mais conhecida do movimento feminista durante a década de 1970, foi cofundadora da Fundação Ms., da Aliança de Ação Feminina e do Grupo Político Feminino.
Nascida Gloria Marie Steinem em 25 de março de 1934, em Clark Lake, Michigan frequentou a Toledo High School, de 1949 a 1951, a Western High School em Washington, D.C., de 1951 a 1952, e o Smith College de 1952 a 1956, onde obteve o título de bacharel; membro da Phi Betta Kappa casou-se com David Bale (empresário e ativista político) em 3 de setembro de 2000; não teve filhos.
Passou os primeiros verões em Clark Lake, Michigan, e os invernos viajando com a família; mudou-se para Toledo, Ohio (1944); concluiu o ensino médio (1952); concluiu a faculdade (1956); passou um ano na Índia (1956-57); conseguiu seu primeiro emprego no ramo editorial (1960); teve sua primeira matéria assinada na revista Esquire (1962); tornou-se brevemente coelhinha da Playboy disfarçada para denunciar irregularidades na revista (1963); trabalhou como redatora da revista New York 1968-72); ganhou o Prêmio Penney-Missouri de Jornalismo (1969); foi editora da revista Ms. (1972-88); foi operada de câncer de mama (1986); deixou a Ms. para escrever vários livros (1988); trabalhou como escritora e palestrante freelancer (1988—).