Desses alertas nasceu NAACP (Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor a mais antiga e maior organização de direitos civis dos Estados Unidos fundada em 12 de fevereiro de 1909

Ela atua ainda hoje  para garantir a igualdade política, educacional, social e económica, eliminando o racismo e a discriminação.

Criada em Nova Iorque por um grupo inter-racial que incluía figuras como W. E. B. Du Bois, Ida B. Wells e Mary White Ovington e surgiu em resposta a episódios graves de violência racial e linchamentos no país.

Liderou importantes batalhas judiciais no século XX contra as leis de segregação racial (Jim Crow) e o sistema educacional segregado.

Por cá e a apoiar Du Bois e o sei Panafricanismo tivemos José de Magalhães e João Monteiro de Castro lideres politicos e associativos!

Que mereciam mais estudo e divulgação!

O termo Woke significa literalmente "acordado" ou "despertar" ou “estar atento” (passado do verbo inglês wake). No  debate político atual, o termo descreve quem está consciente e alerta para problemas de justiça social, desigualdade e discriminação.

Claro que racistas e ou ignorantes das direitas por copia vinda das revistas “de sras” estadunidenses usem  pejorativsmente o termo!

Em 2014 em consequência da morte de Michael Brown pelas mãos da polícia em Ferguson, (  um jovem negro de 18 anos que foi baleado e morto por Darren Wilson, um agente da polícia branca, a 9 de agosto de 2014, em Ferguson, Missouri, nos Estados Unidos. ).

O incidente gerou forte revolta popular e intensas manifestações globais sobre o racismo e a violência policial. A expressão #staywoke tornaram-se um grito de guerra central para os ativistas do movimento Black Lives Matter, que monitoravam a violência policial e o preconceito sistêmico.

Do final da década de 2010 até o presente este termo passou a integrar definições de dicionários convencionais, refletindo uma consciência social geral.

De seguida e na habitual falta de imaginação das direitas o termo  foi apropriado por figuras políticas conservadoras como um rótulo pejorativo para criticar a política de identidade progressista, as iniciativas de diversidade e o que é percebido como politicamente correto.