Num comunicado enviado a jornalistas ontem quinta-feira, 23.07, Fedorov disse que a sua equipe tinha um "plano específico sobre como acabar com a guerra" quando ele foi nomeado ministro da Defesa em janeiro.
Os elementos-chave eram a proteção do espaço aéreo, a estabilização da frente de batalha e também ataques contra a economia da Rússia, afirmou ele.
“Durante seis meses, implementamos consistentemente este plano. Pela primeira vez nos últimos anos, a Ucrânia começou a tomar a iniciativa [no campo de batalha]."
"Nossos resultados coletivos criaram algo sem precedentes: uma janela de oportunidade para forçar a Rússia à paz pela força. E não podemos nos dar ao luxo de perdê-la."
Por isso o ex-ministro da Defesa ucraniano Mykhailo Fedorov rejeitou as propostas do Presidente Zelensky para regressar ao Governo e insistiu que só voltará a ocupar um cargo governamental se for novamente nomeado responsável pela Defesa.
Fedorov recusou a proposta do chefe de Estado ucraniano para se tornar vice-primeiro-ministro para a inovação militar e, num comunicado citado pela agência de notícias Ukrinform, afirmou que apenas o Presidente, o chefe do Exército e o ministro da Defesa têm uma influência decisiva sobre o rumo da guerra.
“É por isso que não aceitarei qualquer outro cargo que não seja o de ministro da Defesa”, afirmou Fedorov pouco depois de Zelensky ter anunciado numa conferência de imprensa que lhe propôs vários cargos para que continuasse a ocupar-se da transformação tecnológica do setor fora do Ministério da Defesa.
“Nenhum outro cargo tem autoridade real para combater a corrupção nas aquisições, para a transformação completa do Exército e para executar operações assimétricas contra o inimigo, erradicar a cultura de mentiras e falta de responsabilidade dentro do sistema ou levar a bom termo as iniciativas que a nossa equipa já iniciou a partir do Ministério da Defesa”, segundo Fedorov.
Bem… e por cá nós que temos estado a pagar esta guerra eslava que sabemos da corrupção das mentiras ( onde andam e quantos sao os presos politicos?)
Zelensky ao demitir Fedorov do cargo de ministro da Defesa na semana passada, viu cair sobre ele uma serie de protestos nas ruas e reações críticas que obrigaram o líder ucraniano a demitir posteriormente o então chefe do Exército, Oleksandr Sirsky.
Fedorov tinha atribuído a sua saída a um conflito com Syrsky, a quem acusou de sabotar as suas iniciativas para modernizar o Exército e a quem censurou pela sua suposta resistência em dar maior destaque aos drones.
Se nos lembrarmos da oposiçao de Spinola e Costa Gomes à continuação da guerra colonial e do como tal gerou ó ambiente necessario para a facil vitoria do MFA pdemos dizer que é bem provavel estarmos bem proximos de um golpe de estado anti Zelensky
Resta saber o que daí virá!