Imaginem que a classificação do “problema” da imigraçao é a 5.a posicao com 5% dos inauiridos a darem-lhe importância!

( cheganos, cds’s, il’s e psd’s, que dizem?)

Mas ja a Saude ( 1.a preocupaçao com 17%), o Custo de Vida ( 12%), a Habitaçao ( 10%) essas sao as 3 principais preocupações!

E perante estas preocupações Portugal está para 51% pior que há um ano e so 12% o acham melhor…

Curiosamente os inquiridos quer cozer em lume brando e prolongado a AD/PSD/CDS querendo ver Montenegro a ir ate ao fim do mandato!

Antonio Jose Seguro tem uma avaliação positiva de 12 1 ( 0 a 20) com 81% a darem-lhe avaliação positiva

Ja Montenegro queda-se nos 10.2, JLCarneiro nos 9,8 e o sr venturinha nuns tristes 7,5!

Divertidamente a RTP é avaliada positivamente ( 51% MB e Bom) e os inquidos a quererem-na estatizada!

Enfim este coletivo de opções cidadãs mostra o quao pouco privatistas sao as lusas pessoas  sendo liberais keynesianamente isto é com q.b. intervenção do Estado

E alias pouco dados a reformas radicais que afetem a sua segurança, a sua Liberdade, o seu pouco bem estar e já baixo poder economico porque para totalitarismo ja têm de o aturar nos postos de trabalho

Porque realmente o liberalismo lusitano fica à porta das empresas e outras lusas organizações economicas

La nao há responsabilidade social das organizações, nem participação dos trabalhadores na gestao das empresas, nem

Distribuição dis Lucros!

Mas reflitamos um pouco sobre o liberalismo nao luso e o luso e nada por começar pelo liberal-nao liberal Keynes importante que foi na crise de 1929 e no pós segunda guerra mundial

John Maynard Keynes era um liberal, na verdade  com uma visão muito específica e reformista para a sua época.

Ele era contra  o liberalismo clássico do "deixar fazer" (laissez-faire), mas sim o que hoje se conhece como liberalismo social ou social-liberalismo.

A quebra da Bolsa de Nova York, levou o  mundo a defrontar-se com  uma crise sem precedentes, marcada pela sobreprodução, a queda nos preços e falencia e desemprego em massa.

Keynes, entendia que a crise ocorreu por um colapso no investimento privado e uma queda drástica na procura  (consumo).

E assim perante este tipo de  momentos de pânico, os empresários paravam de investir e os consumidores de gastar, criando um ciclo vicioso que o "livre mercado" não conseguiria resolver sozinho.

Perante tal surge a Solução Keynesiana!

Para sair da depressão e restaurar o pleno emprego, Keynes propõe uma mudança radical na forma de governar:

a) Intervenção do Estado com o  governo a ter de  assumir um papel ativo na economia, em vez de ser apenas um espectador.

b) Obras Públicas: O  Estado deveria aumentar os gastos em projetos de infraestrutura (construção de estradas, pontes, escolas) apoiando Emprego, distribuição da riqueza e consumo

c) Geração de Emprego e Renda: Essas obras públicas contratariam trabalhadores desempregados. Com salário no bolso, essas pessoas voltariam a consumir, estimulando a produção das indústrias e gerando ainda mais empregos. d) O Impacto: O New Deal e o Estado de Bem-Estar Social

As ideias de Keynes inspiraram o presidente estadunidense Franklin D. Roosevelt a criar o famoso New Deal a partir de 1933.

Nasce assim a intervenção estatal, ( aprendida com a leninista NEP…?),  a  fixaçao do salário mínimo, a criaçao do seguro-desemprego e a criação de milhões de empregos através de obras públicas.

Nasce aqui tambem o chamado Estado de Bem-Estar Social(Welfare State), onde o governo garante direitos e benefícios básicos para a população.

Vejamos.

A defesa do Capitalismo privatista e da Liberdade Individual pois Keynes acreditava no capitalismo, na iniciativa privada e na liberdade individual no contraponto com o sovietismo estalinista de capitalismo de estado feito. Ele via o sistema de mercado como o mais eficiente, desde que gerido de forma a evitar falhas catastróficas.

Intervenção do Estado, Keynes, achava que o governo deveria atuar fortemente em momentos de crise (como na Grande Depressão de 1929) através de investimentos públicos, controle de juros e políticas fiscais para manter o pleno emprego e evitar recessões.

Oposição aos Extremos: Keynes recusava  quer  o liberalismo economico ortodoxo, que acreditava que o mercado se autorregulava sempre, quanto o socialismo ou comunismo estatal.

Ele buscou  um "terceiro caminho" que salvasse o capitalismo de si mesmo, domando os seus excessos sem o destruir.

O Ensaio "Sou Liberal?" O tema foi por ele analisado num famoso ensaio intitulado Am I a Liberal? (publicado em 1925), onde explicou que o seu liberalismo se baseava na civilização, na cultura e na liberdade individual, rejeitando o conservadorismo cego e o socialismo de Estado.

, Keynes era pois um liberal que acreditava que a intervenção ativa do Estado era a única forma de salvar os valores liberais (liberdade e mercado) num mundo moderno instável.

O certo é que face ao liberalismo classico quando a economia mundial vai bem, o funeral de Keynes continua em câmara lenta, entre orações e admoestações dolorosas, mas quando as coisas vão mal, como durante a grande Recessoo até mesmo os poderosos voltam seu olhar suplicante para o economista.

Um pouco atras,

No início, entre os séculos 18 e 19, o liberalismo se consolidava principalmente numa coisa: reduzir ou acabar com os poderes quase ilimitados dos reis e ampliar os direitos individuais.

Mas, desde então, nasceram  vários liberalismos, ( tal qual os herdeiros socialistas comunistas e anarquistas), com muitas ramificações e divergências.

Hoje, os liberais tendem a  ser divididos em dois grandes grupos: um mais à direita (conservador, neoliberal ou libertário) e outro mais à esquerda (progressista ou igualitário) com  o debate a  centrar-se  mais nas  questões economicas do que nas  questões políticas.

Exceto em Portugal pois por cá o dito liberalismo tem muitas raizes nao no liberalismo mas num absolutismo decadente proto liberal à Carlos o penultimo rei!

Lembrando o livro Ideologias Políticas: Uma Introdução, do cientista político Andrew Shorten ha relaçoes  do liberalismo com a Grécia e a Roma Antiga, onde floresciam teorias e práticas sobre igualdade, democracia e o Estado enquanto garantidor da liberdade. E também com a China antiga e a defesa que o filósofo Lao Tsé fazia da existência de uma ordem natural (sem interferências humanas).

Podemos ver a origem ainda das  ideias liberais por volta do século 16, na defesa da liberdade de pensamento durante a Reforma Protestante, liderada por Martinho Lutero, e na consolidação do capitalismo enquanto sistema economico.

Mas nao so pois Lutero traz outras questões.

Com ele o  sexo desvincula-se  da culpa, uma vez que perde sua conexão com o pecado original, abrindo novas frentes para o desempenho da sexualidade no casamento.

A sexualidade é considerada inseparável da identidade do ser humano.

A sexualidade advém da vontade de Deus e o sexo se naturaliza e se torna necessário. O reciprocidade do respeito no relacionamento sexual é trazido à tona, assim como a obrigatoriedade de marido e mulher garantirem mutuamente o prazer sexual no leito conjugal.

Como consequência, a mulher muda o seu status, devendo não ser tratada com menos privilégios do que o homem.

Em Portugal a implantação da República materializou muitos dos ideais liberais mais avançados da época, como a instituição do divórcio, o direito à greve e a laicização do Estado so que a aplicação prática do liberalismo republicano revelou-se caótica dada a enorme fragmentação partidária, sucessivas crises governamentais e radicalização política.

Devido à instabilidade constante e a divisões internas entre liberais mais moderados e jacobinos intransigentes, o regime acabou por dar lugar à Ditadura Militar em 1926, que mais tarde culminaria no Estado Novo.