Mas o  Volta é um modelo cemtrado no consumo pelo que tem a vantagem de nao humilhar quem o usa.

E daí o sucesso do Volta este sistema de depósito e reembolso que ja conta atualmente com mais de 250.000 utilizadores registados.

Estao a ser devolvidas uma média na orla  dos  5 milhões de embalagens devolvidas por dia e com mais de  305 milhões de garrafas e latas recuperadas nos primeiros cinco meses de funcionamento.

E uma receita por devolução de 0,10€ por cada embalagem elegível (garrafas de plástico até 3 litros e latas com o símbolo Volta) enfim, 30 milhoes e 500 mil euros entregues cidadaos

Pagamento do depósito ao  comprar uma bebida (em  garrafas de plástico, latas de alumínio ou metal com capacidade até 3 litros) identificada com o símbolo Volta, o sistema paga mais 10 cêntimos de depósito.

No momento da devolução, recebe os 10 cêntimos de volta através de um talão/voucher para descontos em compras, transferência digital, dinheiro ou opção de doação solidária.

Apenas as embalagens com o símbolo específico Volta dão direito ao reembolso. Se a embalagem não tiver o símbolo, não paga o depósito adicional e deve colocá-la no ecoponto amarelo habitual.

Claro que a oposição dos burocratas da serviço autarcas teriam de ser contra pois os pobres das suas regioes fazem muito lixo ao esgaravatar os caixotes de lixo.

Solução?

Empreguem mais funcionários adquiram mais equipamento nao se queixem da Cidadania Pobre!

E para esta Cidadania deixamos uma solução- nao votem nestes “ricos de pacotilha”

Quanto aos gold vejamos,

2685 vistos gold, o novo record desde que surgiu em 2012 nas mãos do passos pórtismo!

EUA - 535 ( quarto ano de liderança); China - 392; Reino Unido - 252; Turquia - 186; India - 170; Russia - 160; Brasil - 154; Africa do Sul - 97;

Outros - 737

No total desde 2019 os EUA tiveram 1956 gold com a China à frente 2167 gold no mesmo periodo

 Quanto à Russia “ aqueles cidadãos russos e bielo russos que nao tenham visto ser/lhes aplicadas quaisquer sanções e que nao apoiem o esforço de guerra da Federação Russa nao poderiam ser discriminados face a outros cidadãos estrangeiros”

Os estrangeiros representaram cerca de 28% de todas as compras de habitações em Portugal, com os cidadãos do Brasil, Angola e França a liderar a procura significando que os  compradores internacionais adquiriram cerca de 41 mil casas em território nacional com os brasileiros a liderar com quase 10.000 aquisições.

De acordo com o Banco de Portugal, o investimento em imobiliário representa 45,9% do total do Investimento Direto Estrangeiro que entra no país, marcando um recorde histórico.

Os imóveis comprados por cidadãos estrangeiros e não residentes têm, ainda por cima em média, um preço superior ao das transações feitas por quem vive no país (muitas vezes duplicando o valor em zonas de alta densidade turística), sendo pois um elevado factor de especulação!

O Algarve e a região Norte continuam a destacar-se na preferência de compradores não residentes, além de zonas urbanas como Lisboa e concelhos do litoral.

Qualquer cidadão estrangeiro (residente ou não) pode comprar imóveis em Portugal livremente, sem restrições especiais à propriedade.

Na realidade o Solo portugues nao é “dos portugueses” mas sim do “proprietário” que usufrui  dele ao bel-prazer colocando-o nas maos de quem melhor entender

E existem fortes assimetrias regionais ma materia fa propriedade dos solos

Perímetro do Alqueva: Na região do Alqueva (um dos principais motores agrícolas do país), a Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA) revelou que 38,5% do total de hectares do perímetro de rega pertencem a estrangeiros.

Os espanhóis lideram este tipo de investimento agroindustrial em grande escala.

Propriedade Florestal: Portugal tem a maior percentagem de floresta privada da Europa (cerca de 84,2% da floresta é privada e 13,8% comunitária).

A maioria destas terras é composta por micropropriedades altamente fragmentadas que continuam maioritariamente nas mãos de famílias e pequenos proprietários nacionais, sobretudo no Norte e Centro do país sendo factor essencial dos incendios florestais

 

Deixem pois em Paz o Volta, cuidem de mais Emprego para gerar melhor e mais rapida coleta e aproveitamento e preocupem-se sobretudo nas com a desnacionalização crescente dos Solos Portugueses!