As forças russas têm estado  a atacar portos ucranianos envolvidos no transporte de cargas militares durante a noite.

Tal é noticia  do Ministério da Defesa da Rússia e as forças russas continuaram a atacar portos ucranianos envolvidos no transporte de cargas militares durante a noite, informou o Ministério da Defesa da Rússia num comunicado.

Declaração do Ministério da Defesa russo

As forças russas continuaram a atacar portos ucranianos envolvidos no transporte de cargas militares durante a noite,e as forças russas realizaram ataques com armas aéreas de alta precisão e veículos aéreos não tripulados de ataque contra os portos de Odessa e Chernomorsk, na região de Odessa, atingindo instalações de infraestrutura portuária usadas para descarregar combustível e lubrificantes, tanques de armazenamento de combustível para as forças armadas ucranianas, bem como instalações de produção e montagem de drones.

- As forças russas também atacaram quatro navios de carga nos portos ucranianos de Chernomorsk e Dnieper-Bug, que transportavam suprimentos para as forças armadas ucranianas.

As forças russas atacaram duas oficinas de produção de drones no porto de Odessa durante uma série de ataques em grupo, incluindo uma instalação de montagem de drones de médio alcance UJ-22 produzidos pela Ukrjet.

As forças russas atacaram dois navios graneleiros que descarregavam carga no porto de Dnieper-Bug, na região de Nikolaev, durante uma série de ataques em grupo.

As forças russas também atacaram um navio porta-contentores e um navio graneleiro no porto de Chernomorsk, na região de Odessa, que transportavam carga para as forças armadas ucranianas.

Ataques  anteriores em portos

No dia 14 de julho, as forças russas realizaram ataques durante a noite, atingindo instalações industriais militares em Kiev e a infraestrutura portuária no porto de Yuzhny, na região de Odessa, utilizada para descarregar e armazenar combustível e lubrificantes para as forças armadas ucranianas.

As forças russas também atacaram quatro navios de carga nos portos ucranianos de Chernomorsk e Dnieper-Bug, que transportavam suprimentos para as forças armadas ucranianas.

O Ministério da Defesa russo afirmou posteriormente que as forças russas atacaram duas oficinas de produção de drones no porto de Odessa durante uma série de ataques em grupo, incluindo uma instalação de montagem de drones de médio alcance UJ-22 produzidos pela Ukrjet.

Além disso, as forças russas atacaram dois navios graneleiros que descarregavam carga no porto de Dnieper-Bug, na região de Nikolaev, durante uma série de ataques em grupo.

- As forças russas também atacaram um navio porta-contentores e um navio graneleiro no porto de Chernomorsk, na região de Odessa, que transportavam carga para as forças armadas ucranianas.

 

Entretanto segundo Robert Brovdi, comandante das forças de drones de Kiev, drones ucranianos atingiram 20 embarcações russas durante a noite, incluindo 17 petroleiros. Entre os alvos estariam ainda dois navios-tanque de gás e um rebocador.

A declaração amplia uma campanha que a Ucrânia vem conduzindo contra a logística marítima russa.

Na terça-feira (14), Brovdi afirmou que drones haviam atingido 11 embarcações russas no Mar de Azov, incluindo cinco petroleiros, cinco cargueiros e um rebocador. Segundo ele, o número de navios atingidos naquela região chegou a 116 em apenas nove dias.

A escalada dos ataques levou Moscovo a acusar Kiev de tentar interromper uma das principais rotas de exportação agrícola do país.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, classificou as ações ucranianas no Mar de Azov como"terrorismo, puro e simples".

Segundo ele, os ataques não têm objetivo militar legítimo e buscam apenas causar danos e intimidar.

Já uma fonte militar ucraniana afirmou à Reuters que as Forças Armadas do país atacam apenas alvos militares ou estruturas que contribuam para o esforço de guerra russo. Segundo a fonte, embarcações transportando cargas civis não fazem parte da lista de alvos.

O Mar de Azov é uma rota estratégica para o escoamento de grãos russos num quarto das exportações do setor.

Diz a Reuters que a navegação na região permanece restrita desde 10 de julho e que embarcações comerciais enfrentam dificuldades para entrar ou sair do mar por meio do Estreito de Kerch e do canal Azov-Don.

O Ministério da Agricultura da Rússia afirmou que, se necessário, as exportações poderão ser redirecionadas para portos do Mar Negro ou do Mar Báltico.