““Há uma senhora que tem dois apelidos portugueses. O marido é Costa de nome. Ela era Barbosa de nome solteiro e, de momento, ainda não conseguimos localizar.””
NY 2001
A luta contra o terrorismo é uma tarefa de todos e que ainda não terminou. Com essa reflexão, o líder das Nações Unidas, António Guterres, lembrou as vítimas dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos eis o que nos lembra a ONU sobre um dos 11 de setembro, o de NY em 2001!
Mas preferimos iniciar lembrando o do Chile em 1973, quando por Portugal imperava a ditadura coxa mas brutal de Marcelo Caetano padrinho de Marcelo Rebelo de Sousa!
Na verdade há 53 anos no dia 11 de setembro de 1973 rebentou qual repetiçao de um novo hocaudgo o Golpe de Estado no Chile, feito pelo fascista Pinochet um golpe militar que derrubou um presidente democraticamente eleito Salvador Allende e dele deixamos o seu ultimo discurso onde assume que nao se renderá que nao desiste do cargo para o qual foi eleito pela Cidadania Chilena.
O golpe no Chile inseriu-se numa rede de regimes militares na América do Sul durante a Guerra Fria (como no Brasil em 1964, na Argentina em 1976 e no Uruguai em 1973), apoiados logisticamente ou financeiramente pelos Estados Unidos para travar governos de esquerda naquilo que chamam ainda hoje de o “seu quintal”
Desta sequencia os governos ditatoriais da região articularam a repressão transnacional de opositores políticos através da cooperação de inteligência e assassinatos políticos.
Assassinados os Kennedy envolvidos ate ao tutsnk na fesastrosa guerra do Vietnam panorama da violência política na década de 1960 viveu-se o drama da Doutrina de Segurança Nacional estadunidense com o incentivo aos golpes militares financiados e apoiados pelos EUA e o correspondente surgimento de guerrilhas anti ditadura como aquela onde foi assassinado Che Guevara!
Drixemos alguns casos da America Latina,
O Contexto Geral (1960–1990)
Historiadores, como John Coatsworth, referem que o número de vítimas fatais feita por governos autoritários de direita na América Latina e apoiados pelos EUA ultrapassou largamente o número de execuções políticas no Bloco de Leste europeu durante o mesmo período da Guerra Fria.
Só as ditaduras do Cone Sul (Argentina, Chile, Brasil, Uruguai, Paraguai e Bolívia), que ganharam força total na década seguinte com a Operação Condor, acumularam mais de 40.000 mortos oficiais
O Estrategizando curva- perante os mortos, feridos, presos e torturados seja nas ditaduras “pro oocidentais” como nas ditaduras “pro leste” como se curve perante os mortos feridos e presos politicos de todas as ditaduras como as de Leste e hoje as das guerras eslavas, do medio oriente ou de Moçambique!
E claro curvamo-nos nestes 25 anos dos atentados às Torres Gêmeas, do World Trade Center, em Nova Iorque, e contra o Pentágono, na capital do país, Washington e o terceiro ataque ocorreu no voo 93 da United Airlines, que caiu na Pennsylvania.
Guterres afirmou que os ataques de 11 de setembro de 2001 foram “uma agressão à própria humanidade” e ceifaram milhares de vidas deixando uma marca indelével no mundo.
Na verdade morreram cerca dd 3 mil pessoas dos Estados Unidos e de mais de 90 países nos atentados deste segundo 11 de setembro.
A ONU lembra o vigésimo aniversário da Estratégia Global da ONU contra o Terrorismo adotada pela organização após os ataques terroristas contra os Estados Unidos.
Um grupo de relatores dos direitos humanos divulgou, em Genebra, um comunicado lembrando o 25º aniversário dos ataques de 11 de setembro e destacando a situação atual do terrorismo e da resposta ao problema em vários países.
Nos Estados Unidos, segundo o Memorial e Museu Nacional do 11 de setembro, na ilha de Manhattan, milhares de pessoascom sobreviventes e familiares das vítimas fatais, participam da cerimonia no Memorial Plaza, onde os nomes dos que foram mortos no dia 11 de setembro serão lidos um a um.