“Mãe, a canção “No Vento de Nós”, que escrevi com o Jorge Almeida é um Batuku. É Cabo Verde a respirar dentro de mim. É a nossa ancestralidade a atravessar o Atlântico, cantada na língua portuguesa, essa língua onde aprendi a sonhar o mundo. Obrigado por me terem oferecido duas pátrias sem nunca me ensinarem a construir fronteiras. Hoje abraço uma terceira, que também aprendi a chamar de Casa. E pensar que nasci num dia 13… Como se a vida, desde o princípio, soubesse escrever coincidências que só o tempo nos permite compreender", referiu ainda
Por fim, Dino D'Santiago assegurou: “Saí de uma casa de paredes de papel para descobrir que os sonhos não precisam de paredes para permanecer de pé".
Uma casa de paredes de papel so é casa se preenchida com muito amor e com a alegria que nos dá a coragem de viver.
Saudar todos os dias todos os que fazem de Dino D'Santiago uma referencia para aprendermos a aceitar viver e lutar para viver!
E hoje com o Dino D'Santiago lembrei-me da permanente boa disposição do Quim que ainda antes do 25 de abril achou que eu era o indicado para aderir como ele à UPA/FNLA
Nao era na verdade mas encontrei na UNITA um campo de batalha pela Paz entre Angolanos enquanto que em Cabo Verde me prometiam a nacionalidade…
https://youtu.be/4DoMluB4WEw?is=l92A6Aux8lm6F0La