Em uma eventual segunda volta a sondagem aponta um empate técnico no limite da margem de erro:
O cenario nao diverge do vivido com o combate politico entre Lula da Silva e o papá Bolsonaro
A ver se no final ganha a Democracia contra o fanatismo de seita pseudo religioso
Na realidade está em jogo mais que o Brasil e Lula mas sim a defesa e incentivo da Democracia global versus a piratagem trumpista
Entretanto a 6 dias das eleições, os indecisos ainda são a maioria na disputa pelos governos de 13 estados.
As votaçoes de sondagens da Quaest divulgadas entre 21 e 26 de setembro mostram que a indecisão no voto para governadores ultrapassa 60% dos eleitores em cinco estados.
Faltando pouco menos de uma semana para o 1º volta das eleições, mais da metade dos eleitores ainda não sabe em quem votar para governador em 13 das 26 Estados da Federação onde foram divulgadas pesquisas da Quaest entre 21 e 26 de setembro.
O índice de indecisos na pesquisa espontânea — quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados — supera 60% nos estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
Apesar de ainda elevados, os percentuais de indecisão caíram de comparados com a sondagem anterior, realizada em agosto.
Naquele levantamento, o maior índice de indecisos chegou a 80% em Minas Gerais.
Agora, o estado tem 62% de indecisos.
Atualmente, Mato Grosso é o estado com o maior percentagem de eleitores que não citam espontaneamente um candidato a governador, 65% e em agosto, eram 78%.
Depois aparecem o Rio Grande do Sul e Espírito Santo, ambos com 61% de indecisos.
Em agosto, o percentagem era de 74% nos dois estados.
No Rio de Janeiro, a taxa passou de 69% para 60%.
Em Rondônia, os indecisos representam 59% dos entrevistados, contra 65% em agosto.
Goiás e Paraná registram 57% cada — os dois tinham 74% e 75%, respectivamente, na rodada anterior.
Em São Paulo, a percentagem caiu de 66% para 56%.
No Mato Grosso do Sul, passou de 77% para 55%.
Amazonas, Pará e Tocantins completam o grupo de estados em que mais da metade dos eleitores ainda não cita espontaneamente um candidato.
No Amazonas, a indecisão caiu de 70% para 54%, e a mesmo percentagem surge no Pará.
Em agosto, eram 69%.
No Tocantins, a percentagem de indecisos caiu de 68% para 51%.
Em outros 10 estados e no Distrito Federal, os percentuais de eleitores que ainda não citam espontaneamente um candidato ficam entre 50% e 36%.
No Maranhão, metade dos entrevistados está indecisa, em agosto eram 64%.
Em Santa Catarina, o percentual caiu de 65% para 49%.
No Distrito Federal e no Acre, 47% dos entrevistados não citam espontaneamente um candidato.
Na sondagem anterior, as percentagens eram de 63% e 55%, respectivamente.
No Ceará, a indecisão passou de 53% para 45%.
No Rio Grande do Norte, caiu de 57% para 43%.
Em Paraíba e Alagoas registram-se 42% de indecisos — em agosto, eram 57% e 65%, respectivamente.
Na Bahia, o índice passou de 54% para 40%.
No Pernambuco registra-de 38%, ante 40% no levantamento anterior.
Sergipe temos a menor percentagem desse grupo: 36%.
Houve uma queda de 20 pontos percentagem no estado em relação aos 56% registrados em agosto.
Roraima e Amapá são os estados pesquisados pela Quaest com as menores percentagems de indecisos na pesquisa espontânea.
Em Roraima, o índice caiu de 40% em agosto para 22% em setembro.
Na sondagem anterior, os indecisos formavam o maior grupo na pesquisa espontânea, à frente individualmente dos candidatos.
Agora, aparecem na terceira posição.
Movimento semelhante ocorreu no Amapá.
A percentagem caiu de 35% para 18%.
Em agosto, eles representavam o segundo maior grupo na pesquisa espontânea; agora, ocupam a terceira posição.
Ha um imenso percurso a correr entre as e os eleitores até ao dia do voto
Haja bom senso entre o eleitorado brssileiro que o leve a derrotar os candidatos das direitas