Ora, em países como o Brasil, a história mostra que poucas bandeiras mobilizam tanto quanto a defesa da independência e da soberania diante de pressões externas.

O primeiro aspecto que salta aos olhos é o caráter político e eleitoral das medidas anunciadas por Washington.

Os argumentos contra o Brasil — que vão do Pix às políticas ambientais e comerciais — mostram uma narrativa capaz de justificar uma decisão que parece ter motivações muito mais políticas do que economicas.

A impressão transmitida é a de que o tarifaço tenta  interferir no ambiente político brasileiro, criando dificuldades para o governo Lula em um momento pré-eleitoral.

Mais o governo brasileiro respondeu à altura pois em poucas horas, o vice-presidente Geraldo Alckmin reuniu ministros, apresentou um plano de proteção às empresas, anunciou apoio aos trabalhadores, reforçou a defesa do Pix, sinalizou a utilização da Lei da Reciprocidade Econômica, confirmou que o Brasil recorrerá à Organização Mundial do Comércio e reafirmou a disposição para negociar sem abrir mão dos interesses nacionais.

Enfim foi  uma reação rápida, organizada e, sobretudo, soberana tudo bem ao contrario do feito pela sra Leyen e a sua comissaozita!

O povo brasileiro tem  algo profundamente enraizado em nossa identidade nacional: o respeito pela soberania do país. Os bradileiros  nao gostam de  imposições externas, sobretudo quando elas poem em causa a  sua autonomia para definir seus próprios caminhos.

A ideia de que uma potência a postura adotada pelo principal adversário de Lula.

O sr Flávio Bolsonaro, que já recebeu o apelido de “Tariflávio” por seus críticos, acabou associado à defesa das medidas anunciadas pelos Estados Unidos pois em vez de condenar um ato que atinge empresas brasileiras, trabalhadores e exportadores nacionais, optou por justificar as ações da Casa Branca.

Perdeu o se futuro !