A mesma narrativa quer-se  num modelo de diversificação e na redução da dependência do petróleo.

No Forbes Africa Day 2026, o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, afirmou que o país atravessa desde 2018 um ciclo de reformas macroeconómicas. As mesmas orientam-se para a estabilidade, a modernização do sistema financeiro e a transformação da estrutura produtiva.

Assim no segundo trimestre de 2026, o PIB cresceu 8,74 por cento, enquanto a economia não petrolífera avançou 9,24%. Agricultura, indústria transformadora, comércio, telecomunicações, serviços financeiros e turismo estão entre os sectores apontados como motores desta nova fase. A inflação homóloga recuou para 8,78% em Agosto.

O investimento direto estrangeiro fora do petróleo terá atingido o melhor resultado de sempre, próximo de mil milhões de dólares.

O Governo pretende agora reforçar infraestruturas, conectividade, turismo e empreendedorismo, aproveitando a posição geográfica de Angola como plataforma de acesso aos mercados da região.

A ambição é que a próxima década consolide uma economia mais diversificada, moderna e menos vulnerável às oscilações do crude.