Mas a direção partidária é que ela confirme sua candidatura nas próximas semanas com o anúncio oficial a ocorrer por volta de 25 de julho, durante a convenção nacional da sigla, em São Paulo.
Na mesma ocasião o partido também deverá oficializar a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência .
Espera a direção do PL que até à convenção, que Michelle evite novas manifestações públicas que possam ampliar a crise familiar.
Ainda assim, pessoas próximas afirmam que ela continuará se posicionando sempre que considerar ter sido alvo de ataques.
Foi o que ocorreu na semana passada, quando Michelle respondeu às críticas recebidas por declarar que a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos, lançada pelo Ministério da Educação do governo Luiz Inácio Lula da Silva, representava um “sonho realizado”.
Para ela tratava-se de um tema “acima da ideologia”.
A decisão foi anunciada depois de ela divulgar um vídeo em que acusou Flávio Bolsonaro de tê-la “maltratado”, “desrespeitado” e “humilhado”durante os desentendimentos sobre o apoio do partido ao ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) na disputa eleitoral no Ceará.
Segundo a CNN Brasil, integrantes do grupo político de Flávio demonstram preocupação com os desdobramentos de uma eventual candidatura de Michelle ao Senado.
A avaliação é que sua entrada na corrida eleitoral possa aprofundar as divisões internas do partido.
Também existe o receio de que a campanha da ex-primeira-dama seja utilizada como espaço para novas críticas ao senador.
https://youtube.com/shorts/zPcQjYWCqYM?is=db_6zf3H0zDAFRge